Li "O Código da Vinci" e assisti o filme depois, o filme não foi ruim, mas, o livro foi bem melhor.
Li "O Caçador de Pipas" e assisti o filme, o filme não foi ruim, mas, novamente, o livro foi muito melhor.
Não li "Capitães da Areia", mas, assisti o filme e para minha surpresa nos 20 minutos iniciais não aguentei e parei - sabe que para classificar um filme precisamos de um bom estado de espírito. Em outro momento mais animado dei a segunda e última chance ao filme e quase que desisto novamente, horrível, que filme ruim, o coitado do Jorge Amado deve estar revirando no caixão até hoje, só assisti todo por que sou baiano e aparece cenas de lugares por onde passei e queria ouvir o sotaque carregado do povo da minha terra. EPA! Espere um pouco, temos sim um sotaque forte e uma gíria bastante peculiar, mas, pegaram pesado. Vou parar um pouco para esclarecer um detalhe sobre o nosso idioma, o baianês - Leia mais do Baianês Soteropolitano.
A maioria dos baianos tem mesmo um sotaque tipico da cultura de qualquer estado ou cidade como os sergipanos, paulistas, mineiros, cariocas, gaúchos e todos os outros de todos os estados brasileiros, claro que o sotaque varia de pessoa a pessoa, uns possuem um sotaque mais carregado que outros. Na maioria das vezes, na Bahia, quanto menor a escolaridade ou nível social maior o sotaque e a gíria, infelizmente - não por causa do sotaque - a maioria da população se encaixa nesta situação, claro que isso não é regra, existem baianos de baixa classe social que não tem o sotaque carregado como exite o contrário.
Voltando ao filme...
Os caras pegaram pesado na gíria, vivi em bairros pobres e andei com tudo que e tipo de gente mesmo assim, em várias partes do filme não consegui entender o que os meninos falavam, imagine o pessoal do sul!
Li "O Caçador de Pipas" e assisti o filme, o filme não foi ruim, mas, novamente, o livro foi muito melhor.

Não li "Capitães da Areia", mas, assisti o filme e para minha surpresa nos 20 minutos iniciais não aguentei e parei - sabe que para classificar um filme precisamos de um bom estado de espírito. Em outro momento mais animado dei a segunda e última chance ao filme e quase que desisto novamente, horrível, que filme ruim, o coitado do Jorge Amado deve estar revirando no caixão até hoje, só assisti todo por que sou baiano e aparece cenas de lugares por onde passei e queria ouvir o sotaque carregado do povo da minha terra. EPA! Espere um pouco, temos sim um sotaque forte e uma gíria bastante peculiar, mas, pegaram pesado. Vou parar um pouco para esclarecer um detalhe sobre o nosso idioma, o baianês - Leia mais do Baianês Soteropolitano.
A maioria dos baianos tem mesmo um sotaque tipico da cultura de qualquer estado ou cidade como os sergipanos, paulistas, mineiros, cariocas, gaúchos e todos os outros de todos os estados brasileiros, claro que o sotaque varia de pessoa a pessoa, uns possuem um sotaque mais carregado que outros. Na maioria das vezes, na Bahia, quanto menor a escolaridade ou nível social maior o sotaque e a gíria, infelizmente - não por causa do sotaque - a maioria da população se encaixa nesta situação, claro que isso não é regra, existem baianos de baixa classe social que não tem o sotaque carregado como exite o contrário.
Voltando ao filme...
Os caras pegaram pesado na gíria, vivi em bairros pobres e andei com tudo que e tipo de gente mesmo assim, em várias partes do filme não consegui entender o que os meninos falavam, imagine o pessoal do sul!
