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Financiamento de Faculdades

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A matéria não seria a mesma sem a presença deeeeeeeele, o irmão que mais amo, prof. Kbçaaa (para os íntimos) AÊÊÊÊ! Pois é, tem que manter o respeito, se um aluno chamar de prof. Kbça dá zero pra ele.

Pelo vídeo o cara conseguiu demonstrar todo seu conhecimento e toda sua desenvoltura na sala de aula tomando toda a atenção dos alunos mesmo com todo aparato jornalístico na sala. Kkk. Sem sacanagem, o cara é bom, quando eu crescer quero ser igual a ele.

Férias no Brasil - Aracaju e Salvador

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Cheio de planos e não fiz nem meia dúzia do que estava pensado, o melhor momento, claro, foi poder rever minha cria, por mais que eu queira não tem como pedir aos dois pararem de crescer, c'est la vie.

Praia, o passeio mais esperado também não foi como planejado, pensei em ir todos os dias, sabia que o mar de verão de Salvador não dá onda, isso é muito reconfortante, já que estava sem prancha e não aguentaria ver o mar quebrando e eu na areia ou pegando jacaré.

Para quem não sabe, isso é pegar jacaré.

Negão, surfando desde os 13 e 1 ano longe foi o suficiente para minha pele ficar sensível (viadagem da porra) todas as vezes que fui a praia voltei queimado mesmo usando protetor solar, ok, minha esposa diz que passo protetor que nem minha cara, ela me ajuda e sempre reclamo, fico parecendo menino pequeno impaciente, protetor é extremamente necessário, mas, chato. Cada vez que voltava da praia tinha que ficar de quarentena esperando o couro parar de arder. Independente do sol de verão de Salvador matando, para quem viveu na beira de uma praia poder revê-la depois de tanto tempo é uma sensação inenarrável.


Fiz planos de rever várias pessoas e me encontrei só com meia dúzia, vou ficar devendo uma visita a um monte de gente, encontrei em Salvador todos os quilos que havia perdido em Cocha, vou ter que passar mais 6 meses tentando perder novamente e tirei uma carteira de identidade nova no SAC do Shopping Paralela em Salvador depois de 20 anos e lembrei o motivo pelo qual demorei tanto a fazer uma nova, é um saco.

Uma ligeira diferença visual do antigo para o novo RG.

          

Consequências

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Sempre gostei de esportes não convencionais, desde criança trocava futebol por qualquer coisa que fizesse o coração bater mais forte como corrida de bike na rua ou descer ladeira com carrinho de rolimã ou skate, consequentemente, sofri muito com o famoso “Merthiolate” que na época, meu amigo, só existia o bom, aquele que ardia tanto que parecia um maçarico derretendo a pele, só de lembrar começo a suar.


Merthiolate, o bom é o que arde, se está ardendo é porque está fazendo efeito.

Fui ficando velho e o brinquedo foi se modificando, nos finais de semana quando o mar não estava para o surf ou sem uma boa visibilidade para o mergulho eu pegava minha moto para fazer uma trilha com os amigos.

Em um final de semana encontrei dois doidos que me chamaram para saltar nas dunas de Ipitanga, em Lauro de Freitas, um município ao norte de Salvador. O tempo foi passando, a confiança foi aumentando, uma quedinha aqui e outra ali, até que o inacreditável aconteceu - jamais pensei que poderia acontecer um acidente tão grave caindo sobre areia de duna! - resolvi fazer o salto da morte.


A minha moto embicou e para a moto não cair em cima de mim apertei “eject”, mesmo assim, errei nas contas e caí de bunda na areia. Com uma dor que parecia que eu tinha me partido em dois e com medo de ter tido alguma fratura na coluna, pedi a meus amigos que não me tirasse do lugar mesmo que eu desmaiasse, pedi para chamar uma ambulância ou o bombeiro tipo “Call 911 now!” nos filmes.

Os bombeiros (não existia samu!) chegaram e fizeram uma trilha até chegar ao local que eu estava caído - graças ao 4x4 de um desconhecido que também estava fazendo trilha por perto - fui ao HGE onde passei uma noite antes de ir ao hospital Sarah Kubistchek. A ambulância foi com a sirene ligada por toda Av Palarela , pena que estava como acidentado, mesmo assim, deu para dar uma curtida.

INFELIZMENTE NÃO TIVE A OPORTUNIDADE, POR ISSO, APROVEITO O MOMENTO PARA EXPRESSAR MEUS MAIS SINCEROS AGRADECIMENTOS AO GRUPO DE DESCONHECIDOS COM 4X4 QUE, ALÉM DE OFERECER O VEÍCULO AOS BOMBEIROS PARA MINHA REMOÇÃO, DEIXARAM DE FAZER A TRILHA, FORAM SOLIDÁRIOS E PERMANECERAM TODOS COMIGO DESDE ALGUNS MINUTOS APÓS O ACIDENTE - 4 HORAS DA TARDE DE UM SÁBADO - ATÉ A CHEGADA DOS BOMBEIROS - 2 HORAS DEPOIS.

Resultado da brincadeira, fratura por explosão da L1 (primeira vértebra da parte lombra da coluna), fiquei imobilizado por alguns meses, fiquei usando cadeira de rodas também por alguns meses, depois muletas por alguns meses e quase um ano depois estava novamente de pé, pronto para outra trilha.


Pergunta que todo mundo faz: “Voltou a andar de moto?”. A resposta é tão óbvia quanto a pergunta, CLARO! Nunca tinha caído e como na Havaiana de Pau... Eu aprendi que não devo saltar de moto até  Deus me dar asas.


Na vida a gente precisa tirar proveito de todas as situações, só em uma cadeira de rodas pude conhecer um mundo antes desconhecido, o mundo de uma minoria que possui uma diferença física, pude constatar que o Brasil é uma mãe muito má e os brasileiros são os irmãos escrotos. Não basta o Brasil privar do direito de ir e vir dos cadeirantes com a falta de estrutura das ruas, calçadas e transporte público ainda vem os fdp’s dos brasileiros e desrespeitam o pouco que os deficientes conseguem, estacionar em local reservado é o mais comum.

Toda esta estória para fazer um breve comentário sobre este vídeo:

Imagine você em uma cadeira de roda, onde você usaria esta invenção?

Na sua casa, em shopping ou supermercado e em onde mais? Lembre-se que qualquer buraco ou batida causaria um belo tombo.

Postagem do uhull.com.br

Uma sensacional invenção criada por cientistas turcos, que irá fazer revolução na vida dos deficiente físicos. Com o slogan “No More Wheelchairs” (Cadeira de rodas nunca mais) o equipamento permite que cadeirantes voltem a ficar em pé e até mesmo se locomover mantendo a postura ereta. Com a divulgação recente, o Tek RMD (Robotic Mobilization Device) funciona como um apoio cervical totalmente mecânico, que se adapta a várias formas, além de se movimentar.

Por ser um modelo experimental, o aparelho ainda está em fase de testes, e não tem preço ou prazo para chegar ao mercado. Mas em breve irá ajudar muita gente!

Como é bom se sentir em casa!

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Dia 26 deste mês fui fazer a solicitação do DNI (Identidade Argentina) na imigração, chegando lá me senti no Brasil. Maravilha!


A imigração estava entupido de gente, muita mulher com criança de colo, menino deitado no chão sujo e molhado por conta de goteiras e infiltrações - todos que estavam com crianças tinham prioridade (entendi o motivo de ter tanta criança na imigração), cabo de energia e de rede de computador pendurando pelo teto, estava um inferno. Resultado da brincadeira, chegamos as 9 (horário marcado! Uma piada) e saímos as 12 horas e muitos minutos com 700 pesos a menos no bolso - preço para receber o DNI (350 por pessoa).

Assim que chegamos perguntei o que precisava fazer para dar entrada no documento e que tinha horário marcado, uma atendente pegou o papel que confirmava o horário marcado e pediu para a gente aguardar que seríamos chamados, colocou nosso papel em baixo de uma pilha de outros iguais.

Uma hora depois fomos chamados para cadastrar as digitais eletronicamente e colar a foto 4x4 em um papel e a atendente pediu para aguardar mais um pouco que nos chamaríam. Mais uma hora depois fomos chamados para confirmar os nossos dados, assinamos uns papeis, recebemos as guias de pagamento.

Fomos a um banco próximo (50 metros), estava vazio, pagamos e voltamos para entregar o comprovante.

Entregamos os comprovantes e o atendente pediu para aguardar um pouco, desta vez, em alguns minutos depois (não poucos, mas, não chegou a ser 1 hora) fomos chamados para receber a "precaria", um documento que prova que a solicitação do DNI foi aprovada e está em tramite e passamos a ter o direito de estudar, trabalhar e viver na terra dos hermanos. O DNI chegará em minha residência em até 4 meses (espero!).

Nostalgia

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Passei uma boa parte da minha adolescencia em Brotas, um bairro de Salvador. Um dos acontecimentos mais aguardados, na época, aconteciam aos domingos. Todo final da tarde de domingo não podia perder o ensaio da Timbalada, o mais bacana foi ter acompanhamento a evolução do grupo.
Morava bem perto do Candeal e quando comecei a descer para o ensaio, era um ensaio literalmente, a rua toda de barro, não havia nada que separasse os músicos do pequeno público que crescia a cada domingo, presenciei várias vezes o velho Fialuna subir a escada para tocar um timbau pra lá de 2 metros de altura, não demorou para que fosse necessário ao menos uma cerca de corda para separar, agora uma multidão, dos integrantes da banda.

Aqui Jaz Uma Vida Social

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Não morri!

Se minha vida social já não era essa coca-cola toda quem dirá agora. Além do social, minha brincadeira aqui também será reduzida, vou tentar manter ao menos uma postagem por semana ou duas por mês.


Está complicada essa vida de estudante, o volume de assunto - normal do curso de medicina - e tudo em espanhol faz diminuir ainda mais o pouco tempo que teria livre.

Brotas Briga, Stella Maconha

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Vou contar um fato bem interessante aconteceu na minha adolescência.

Morei em Brotas, bairro de Salvador, dos 14 aos 17 anos, uma ou duas vezes ao mês tinha briga e quando juntavam uns 3 ou 4 amigos era briga na certa. O pessoal brigava com qualquer um que passasse por lá, era só não ir com a cara, coisa de adolescente querendo ser homem. Se alguém estivesse andando na rua de cabeça baixa apanhava para deixar de ser otário, outros apanhavam simplesmente porque passou “tirando onda” (de cabeça erguida).

Os amigos me chamavam mas nunca participei e não apoiava as brigas, nunca entendi o motivo de tanta violência e talvez por índole ou por imaginar.... "E se eu apanhasse de graça?" acho que voltaria depois com um pedaço de pau cheio de prego e ficava na esquina esperando o cara que me bateu passar e dava tanta paulada. É meu amigo, quem bate esquece e é capaz do "coitado" nem saber o motivo da surra. Outro fator muito importante para correr de briga é: Onde há briga não há mulher, então deixa os bombadão fedorento se agarrar com os caras e fique dando apoio a mulherada!

Certa vez nos mudamos para um conjunto em Stella Mares, meu sonho, perto da praia com onda frequente, surf em qualquer horinha de folga. Logo na primeira semana precisei sair e só voltei a noite para o conjunto, logo na entrada, na praça principal, estavam sentados em um banco uns 5 a 6 caras tudo de cabelão, surfistão e tal. Ainda de longe vi uns 2 olhando para mim, pensei "Os caras vão querer encrencar". Nunca precisei brigar na rua – mesmo com algumas medalhas de ouro em campeonato juvenil de karatê, arte marcial era meio de sobrevivência em Brotas – nunca bati em ninguém e agora vou apanhar de 5.

Passando pelo outro lado da rua (claro!) um cara me chamou (FUDEU, vou apanhar! Suspeitei desde o princípio!), “ô véio!” eu fiz de conta que não ouvi. Logo depois outro “ô véio, é você mesmo!”. Lascou, como lá em Brotas passando de cabeça baixa ou erguida o povo apanhava do mesmo jeito, resolvi encarar (mesmo querendo correr) e apanhar com honra, de cabeça erguida. Com aquela cara de poucos amigos e tentando não demonstrar o medo, respondi “colé?”. O cara ficou sem entender direito o motivo do meu tom ríspido e rude e perguntou, “tem isqueiro aí?”, “você é novo aqui, né? fique aqui com a galera!”.

Depois que o cara disse isso minha perna começou a tremer, achei que ia tomar uma surra e o cara só queria fazer amizade, fui falar com o povo. Os caras só queriam ascender um cachimbo da paz e estavam com preguiça de pegar o fogo em casa. Foi tenso!

Resumindo a história, sabe aquele cara que roubou, matou e brigou e todos dizem que estava drogado? Pode ter usado tudo, menos maconha. Acredite! E se você vê um grupo de maconheiro fumando no banco da praça não tenha medo, se quiser, pode até chegar perto e pedir um que o pessoal divide na paz. Pode crê!

Na nossa impecável sociedade moralista de valores inversos mais vale um bêbado brigão do que um maconheiro safado que quer curtir na paz.

Estava fazendo o post acima, que não vai demorar a sair, e lembrei-me deste episodio, para não esquecer resolvi mandar logo esse.

Primeiro post

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Fala moçada!

Meu nome é Vivaldo, isso mesmo, Vivaldo. Tem gente que me chama de Nivaldo, Rivaldo, Livaldo e, acredite, um entregador de pizza me chamou de Vivildo, comédia, né? Muita gente me pergunta meu nome é um homenagem a Antonio Lucio Vivaldi (maestro, compositor e musico italiano do estilo barroco), a resposta é: Não. Então de onde Dona Nadir, minha falecida mãe, tirou este nome? Meu nome é em homenagem a Antônio Vivaldo O Almeida, vocês ficariam com preguiça de ler todas as qualidades desta pessoa, são milhares, para resumir: Meu pai. Agora... de onde minha avó tirou este nome, só Deus sabe.

Criei este blog com uma finalidade, parar de ficar com vergonha quando os colegas de profissão perguntam qual a minha url (endereço do meu site). Todo mundo tem um blog ou um site e eu não tinha nada. Minha desculpa era falta de tempo, mas, conheci um cara que estuda, trabalha pra burro e ainda mantém um site, de certo que ele não deve ter vida, daí bateu aquela revolta e resolvi criar esta maravilha para ver no que vai dar, espero que a meia dúzia de visitante goste!