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Luxemburgo,
Viagem

Após o doloroso e traumático “baculejo” da PF fui a lanchonete beber um pouco de água para me acalmar. Conversei com uma senhora que iria pegar o mesmo vôo. Abaixei para pegar a carteira que estava na mala de mão, a senhora se despediu e foi para o avião, paguei minha conta na lanchonete e colocar a mão no bolso... “Onde está meu passaporte!”. Desespero total. Perguntei a atendente, voltei para falar com o policial para saber se tinha deixado o passaporte em cima da mesa da sala fria. O policial começou a contar histórias sobre roubo de passaporte, disse que ia ter que dar queixa, dormir em algum hotel, fazer a segunda via do passaporte...
Estava com o passaporte na mão e deixei em cima do balcão para pegar o dinheiro na mala de mão. Quando abaixei, a velha se despediu e pegou o passaporte. No avião estava um calor dos inferno, todo mundo se abanando, quando entrei um monte de gente olhando feio para mim, pois eu tinha atrasado o vôo por 30 minutos. Rolou até um discurso meu aos passageiros, pedi desculpa a todos, quando me desculpei o povo deve ter ficado com pena e mudaram de cara. A peste da velha me deu o passaporte e mandou eu ter cuidado para não perdê-lo.Depois de mais 10 horas estava em solo lusitano. A única coisa boa disso foi a história pra contar.
