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Trier - Alemanha

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Fui a Luxemburgo ano passado, estava com o primo de minha mãe e a esposa, falei muito em conhecer Trier, uma cidadezinha da Alemanha, mas, estava muito frio para um passeio, nevando bastante e acabei não indo. Essa história de deixar de conhecer um lugar novo e achar que terá outra oportunidade não é legal. Por isso até hoje não conheço Paris, sempre deixando para outro ano.

Por sorte voltei a Lux este ano e deixei novamente de conhecer Paris, mas, aproveitei para ir a Trier, a cidade natal de um notável personagem histórico, Karl Heinrich Marx.

Merecidamente abrirei um pequeno parêntese para resumir sobre quem foi Karl Marx.

Abre parêntese

Conhecimento básico para estudante de Filosofia, Sociologia e Administração.
Filósofo e revolucionário que devido a seu envolvimento com radicais franceses e alemães levantando a bandeira comunista e atacando o sistema capitalista foi expulso de vários países da Europa. Influenciou a Economia, Direito, História, Administração e diversas outras áreas.

A grande obra de Marx é O Capital, na qual trata de fazer uma extensa análise da sociedade capitalista. É predominantemente um livro de Economia Política.
Empregou o conceito de Mais-valia para explicar a obtenção dos lucros no sistema capitalista. Para Marx o trabalho gera a riqueza, portanto, a mais-valia seria o valor extra da mercadoria. A diferença entre o que o empregado produz e o que ele recebe.

Fecha parêntese

Pegamos um trem de Lux para Trier, pagamos 8 euritos pela passagem de ida e volta no mesmo dia (o valor altera de acordo com as datas), chegamos em Trier e totalmente perdidos saímos em busca da Porta Nigra, como a cidade não é grande seguimos pela rua principal achando que encontraria o ponto turístico.




Pouco tempo depois achamos o portal da cidade, a tal Porta Nigra, a estrutura da defesa mais antiga da Alemanha ainda impressiona por seu tamanho. Duas passagens levam a um pátio interno, com duas fileiras de galerias de defesa com grandes janelas. Há duas torres na lateral do portão - uma de quatro andares, a oeste e outra não terminada, com apenas três andares, a leste. Toda a estrutura é feita de grandes blocos de pedra, sem argamassa.



Andando pela rua comercial da cidade (rua Grabenstrasse) fizemos uma feira na loja “Tudo por 2 Euros”, pobre é uma miséria, e voltamos a caminhada quando demos de cara com a Liebfrauenkirche,uma catedral bastante imponente construída entre 1235 e 1260 é um dos primeiros exemplos da arquitetura gótica alemã. Sua planta foi baseada na cruz grega, e a torre acima da cúpula acentua a interseção das naves. O portal oeste é ricamente decorado com ornamentos entalhados e símbolos iconográficos.

Na parte interna observam-se magníficas relíquias, entre elas os afrescos do século XV pintados em doze colunas, que simbolizam os apóstolos.

As pernas e o frio nos fizeram deixar de visitar o Kaiserthermen, as ruínas das termas imperiais, do século IV e o Amphitheater, as ruínas do anfiteatro romano do século I d.C., cenário de lutas de gladiadores e competições de animais. Infelizmente ficará para a próxima viagem.

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