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Diversos,
Na Bolívia
Depois de 3 anos - mais cedo que imaginei - deixo de ser um estudante de medicina na Bolívia, tive aqui os piores docentes da minha vida e tive a oportunidade de ser aluno de ótimos professores, nunca fui de me arrepender de minhas decisões, não será agora que farei isso, tive a oportunidade de conhecer uma cultura bastante diferente, de fazer bons amigos, levarei lembranças boas e ruins das duas cidades que morei neste país, Cochabamba e Oruro.
De Cochabamba:
Globitos no carnaval - Uma brincadeira idiota de jogar água em todo mundo que passa pela rua;
Aguayo de las Cholitas - Levam de tudo nas costas, de filhos a material de construção;
Dos ônibus coloridos;
Da gritaria no terminal dos vendedores de passagens;
Do cheiro peculiar da folha de coca;
Do dia do pedestre;
Da chirimoya - Uma fruta parecida com a pinha;
Como esquecer das músicas?
De Oruro:
O frio, a neve, as frequentes chuvas de granizo, a altitude que faz de você um guerreiro ao subir 3 andares de um prédio;
Do api - Uma bebida a base de milho;
Da saldável (sqn) salchipapa - Batata frita com salsicha frita e um tanto de molhos;
Do carnaval andino de Oruro.
De Cochabamba:
Globitos no carnaval - Uma brincadeira idiota de jogar água em todo mundo que passa pela rua;
Aguayo de las Cholitas - Levam de tudo nas costas, de filhos a material de construção;
Dos ônibus coloridos;
Da gritaria no terminal dos vendedores de passagens;
Do cheiro peculiar da folha de coca;
Do dia do pedestre;
Da chirimoya - Uma fruta parecida com a pinha;
Como esquecer das músicas?
De Oruro:
O frio, a neve, as frequentes chuvas de granizo, a altitude que faz de você um guerreiro ao subir 3 andares de um prédio;
Do api - Uma bebida a base de milho;
Da saldável (sqn) salchipapa - Batata frita com salsicha frita e um tanto de molhos;
Do carnaval andino de Oruro.
