Como é fácil se aproveitar da falta de informação para tendenciar a opinião pública sobre determinado assunto, basta fazer um desenho bonitinho ou engraçadinho e colocar no facebook. Com certeza, muita gente apoiará a causa sem ter lido absolutamente nada sobre o assunto.

Estou aproveitando esta imagem que um amigo postou no facebook. Diferente da maioria, tenho certeza que este amigo conhece bem o assunto e tem uma opinião formada, mas, diferente dele, algumas pessoas apoiam sem ter ideia das propostas do tal Ato Médico.
Ponto de vista de um leigo, EU, sobre a imagem!
Não iria e não fui a um nutricionista sem antes consultar um médico, da mesma forma que não iria a um fisioterapeuta - bem, quebrei o braço e ele ainda não voltou para o lugar por falta de fisioterapia, sendo assim, não iria a um médico para uma nova consulta para fazer meu braço voltar para o lugar. Ok, poderia ir a um psicólogo para tratar um trauma de infância sem passar por um médico.
Para economizar seu tempo, vou dar um crtl C + crtl V do querido Wikipédia.
O que é:
O ato médico é o conjunto das atividades de diagnóstico, tratamento, encaminhamento de um paciente e prevenção de agravos ao mesmo, além de atividades como perícia e direção de equipes médicas. Diversos países já elaboraram suas legislações sobre as competências dos profissionais de Medicina e agora os médicos brasileiros reivindicam especificação de funções.
Os pontos polêmicos são:
1° - Diagnósticos de doenças: o projeto estabelece como privativo dos médicos diagnosticar doenças que acometem o paciente.
Crítica: psicólogos e nutricionistas reivindicam o direito de também atestar as condições de saúde em aspectos psicológicos e nutricionais. Já fisioterapeutas e fonoaudiólogos querem ser responsáveis pelo diagnóstico funcional, que avalia a capacidade do paciente de realizar movimentos, articular sons, entre outros.
2° - Assistência ventilatória mecânica ao paciente: o texto original estabelece como tarefa exclusiva dos médicos a definição da estratégia para pacientes com dificuldade respiratória (intubação acoplada a equipamento que bombeia ar aos pulmões) e a forma de encerrar o procedimento.
Crítica: os fisioterapeutas questionaram a norma, alegando que também atuam no atendimento a pacientes com dificuldade respiratória, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).
3° - Biópsias e citologia: Emenda aprovada na Câmara limita aos médicos a emissão de diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, que visam identificar doenças pelo estudo de parte de órgão ou tecido.
Crítica: biomédicos e farmacêuticos argumentam que a medida fere sua liberdade de atuação profissional, uma vez que análises laboratoriais requerem “interpretação” do material colhido e não “diagnóstico médico”.
4° - Procedimentos invasivos: o projeto prevê como exclusivo de médicos “procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia”, o que inclui a “invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo da pele para injeção”.
Crítica: A norma motivou reação de acupunturistas e até mesmo de tatuadores, que temem enfrentar restrição em seu campo de atuação por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo.
5° - Direção e chefia: pelo texto em análise, apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços médicos. No entanto, a direção administrativa de serviços de saúde fica aberta também a outros profissionais.
Críticas: As demais categorias que atuam no setor consideram a norma um desrespeito aos outros profissionais que atuam nos serviços de saúde. Eles argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade de saúde.
Algumas outras propostas são interessantes como:
A coordenação de cursos de medicina e matérias relacionadas passa a ser privativa dos Médicos.
O ensino de disciplinas essencialmente médicas nos Cursos de Medicina passa a ser privativo dos Médicos.
O paciente deverá ter o encaminhamento de um médico com indicativo do tipo de tratamento antes de se submeter a qualquer tratamento de saúde, tais como psicoterapia, fisioterapia, e outros.
A denominação de médico é privativa dos graduados em cursos superiores de Medicina. Já para o exercício da profissão, é necessária inscrição no Conselho Regional de Medicina com jurisdição na respectiva unidade da Federação, como já havia legislação específica.
Algumas observações.
O grande problema é que cabe muita interpretação dos artigos do ato médico.
Não sejamos tão radicais a negar todo o ato, tem pontos interessantes.
Alguns artigos tem o objetivo de garantir a saúde da população e que ,de fato, aumentará o fluxo de pacientes nos consultórios médicos e consequentemente o custo que a população terá que arcar com isso, se prepare que o plano de saúde vai subir se o ato for aprovado.
Leia mais para dar uma opinião, não opine somente por ter lido um e-mail que recebeu de um amigo ou por ter lido esta postagem.
O ato, pelo pouco que li, confirma a posição do médico diante a humanidade é a confirmação da velha história que - metade dos médicos se acham deuses e a outra metade tem certeza.
O mais importante, EU NÃO TENHO OPINIÃO FORMADA SOBRE ESTE ASSUNTO. O ato médico é bastante abrangente e não tenho conhecimento o suficiente para dizes se sou contra ou a favor.

Estou aproveitando esta imagem que um amigo postou no facebook. Diferente da maioria, tenho certeza que este amigo conhece bem o assunto e tem uma opinião formada, mas, diferente dele, algumas pessoas apoiam sem ter ideia das propostas do tal Ato Médico.
Ponto de vista de um leigo, EU, sobre a imagem!
Não iria e não fui a um nutricionista sem antes consultar um médico, da mesma forma que não iria a um fisioterapeuta - bem, quebrei o braço e ele ainda não voltou para o lugar por falta de fisioterapia, sendo assim, não iria a um médico para uma nova consulta para fazer meu braço voltar para o lugar. Ok, poderia ir a um psicólogo para tratar um trauma de infância sem passar por um médico.
Para economizar seu tempo, vou dar um crtl C + crtl V do querido Wikipédia.
O que é:
O ato médico é o conjunto das atividades de diagnóstico, tratamento, encaminhamento de um paciente e prevenção de agravos ao mesmo, além de atividades como perícia e direção de equipes médicas. Diversos países já elaboraram suas legislações sobre as competências dos profissionais de Medicina e agora os médicos brasileiros reivindicam especificação de funções.
Os pontos polêmicos são:
1° - Diagnósticos de doenças: o projeto estabelece como privativo dos médicos diagnosticar doenças que acometem o paciente.
Crítica: psicólogos e nutricionistas reivindicam o direito de também atestar as condições de saúde em aspectos psicológicos e nutricionais. Já fisioterapeutas e fonoaudiólogos querem ser responsáveis pelo diagnóstico funcional, que avalia a capacidade do paciente de realizar movimentos, articular sons, entre outros.
2° - Assistência ventilatória mecânica ao paciente: o texto original estabelece como tarefa exclusiva dos médicos a definição da estratégia para pacientes com dificuldade respiratória (intubação acoplada a equipamento que bombeia ar aos pulmões) e a forma de encerrar o procedimento.
Crítica: os fisioterapeutas questionaram a norma, alegando que também atuam no atendimento a pacientes com dificuldade respiratória, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).
3° - Biópsias e citologia: Emenda aprovada na Câmara limita aos médicos a emissão de diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, que visam identificar doenças pelo estudo de parte de órgão ou tecido.
Crítica: biomédicos e farmacêuticos argumentam que a medida fere sua liberdade de atuação profissional, uma vez que análises laboratoriais requerem “interpretação” do material colhido e não “diagnóstico médico”.
4° - Procedimentos invasivos: o projeto prevê como exclusivo de médicos “procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia”, o que inclui a “invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo da pele para injeção”.
Crítica: A norma motivou reação de acupunturistas e até mesmo de tatuadores, que temem enfrentar restrição em seu campo de atuação por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo.
5° - Direção e chefia: pelo texto em análise, apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços médicos. No entanto, a direção administrativa de serviços de saúde fica aberta também a outros profissionais.
Críticas: As demais categorias que atuam no setor consideram a norma um desrespeito aos outros profissionais que atuam nos serviços de saúde. Eles argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade de saúde.
Algumas outras propostas são interessantes como:
A coordenação de cursos de medicina e matérias relacionadas passa a ser privativa dos Médicos.
O ensino de disciplinas essencialmente médicas nos Cursos de Medicina passa a ser privativo dos Médicos.
O paciente deverá ter o encaminhamento de um médico com indicativo do tipo de tratamento antes de se submeter a qualquer tratamento de saúde, tais como psicoterapia, fisioterapia, e outros.
A denominação de médico é privativa dos graduados em cursos superiores de Medicina. Já para o exercício da profissão, é necessária inscrição no Conselho Regional de Medicina com jurisdição na respectiva unidade da Federação, como já havia legislação específica.
Algumas observações.
O grande problema é que cabe muita interpretação dos artigos do ato médico.
Não sejamos tão radicais a negar todo o ato, tem pontos interessantes.
Alguns artigos tem o objetivo de garantir a saúde da população e que ,de fato, aumentará o fluxo de pacientes nos consultórios médicos e consequentemente o custo que a população terá que arcar com isso, se prepare que o plano de saúde vai subir se o ato for aprovado.
Leia mais para dar uma opinião, não opine somente por ter lido um e-mail que recebeu de um amigo ou por ter lido esta postagem.
O ato, pelo pouco que li, confirma a posição do médico diante a humanidade é a confirmação da velha história que - metade dos médicos se acham deuses e a outra metade tem certeza.
O mais importante, EU NÃO TENHO OPINIÃO FORMADA SOBRE ESTE ASSUNTO. O ato médico é bastante abrangente e não tenho conhecimento o suficiente para dizes se sou contra ou a favor.
