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Carmina Burana - O Fortuna, Imperatrix Mundi

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Essa não posso deixar de comentar porque vivaldoalmeida.com também é cultura.

Os carmina burana são textos poéticos contidos em um do século XIII gravados em codex ou códice.

Códice é um livro manuscrito, em geral do período da Antiguidade tardia até a Idade Média, é um avanço do rolo de pergaminho.

O códice foi encontrado no convento de Benediktbeuern - a antiga Bura Sancti Benedicti, fundada por volta de 740 por São Bonifácio, nas proximidades de Bad Tölz, na Alta Baviera. Continha poemas dos monges e eruditos errantes — os goliardos —, quase todos escritos em latim medieval, exceto 47 versos, escritos em médio-alto alemão vernacular e vestígios de frâncico.

O compositor alemão Carl Orff musicou alguns dos Carmina Burana, compondo uma cantata homônima. O Fortuna é uma invocação à deusa Fortuna.


Carmina Burana - O Fortuna, Imperatrix Mundi



Em latim Em português

O Fortuna, Ó Sorte,
Velut Luna És como a Lua
Statu variabilis, Mutável,
Semper crescis Sempre aumentas
Aut decrescis; Ou diminuis;
Vita detestabilis A detestável vida
Nunc obdurat Ora oprime
Et tunc curat E ora cura
Ludo mentis aciem, Para brincar com a mente;
Egestatem, Miséria,
Potestatem Poder,
Dissolvit ut glaciem. Ela os funde como gelo.

Sors immanis Sorte imensa
Et inanis, E vazia,
Rota tu volubilis Tu, roda volúvel
Status malus, És má,
Vana salus Vã é a felicidade
Semper dissolubilis, Sempre dissolúvel,
Obumbrata Nebulosa
Et velata E velada
Michi quoque niteris; Também a mim contagias;
Nunc per ludum Agora por brincadeira
Dorsum nudum O dorso nu
Fero tui sceleris. Entrego à tua perversidade.

Sors salutis A sorte na saúde
Et virtutis E virtude
Michi nunc contraria Agora me é contrária.
Est affectus
Et defectus E tira
Semper in angaria. Mantendo sempre escravizado
Hac in hora Nesta hora
Sine mora Sem demora
Corde pulsum tangite; Tange a corda vibrante;
Quod per sortem Porque a sorte
Sternit fortem, Abate o forte,
Mecum omnes plangite! Chorai todos comigo!

Eric Moussambani

Aproveitar para relembrar um fato parecido.



Eric Moussambani, nascido e criado no interior da pequeníssima Guiné Equatorial, o menino negro, de origem humilde virou símbolo de superação nas Olimpiadas de Sydney em 2000.

Apesar do recorde como o mais lento nadador das Olímpiadas, o rapaz de 22 anos que nadou os 100 m livre no estilo cachorrinho com o tempo de 1min52s72, tempo inferior ao obtido pelo húngaro Alfred Hajos em Atenas-1896, pois aprendera a nadar um mês antes, é lembrado até hoje por conta de uma grande lição.

Enquanto os outros competidores, já fora da piscina, secos e com seus uniformes observavam atônitos, Eric dava um recado ao mundo : não importava ser o último, naquele dia ele precisava se superar e provar para si mesmo que chegaria ao final. E chegou.

Só que ao bater na raia, o representante de Guiné saiu da piscina como simbolo dos jogos olímpicos, mostrando que a superação deve ser uma meta pessoal, onde, apesar do que os outros fazem, vale minha disposição e fé no meu trabalho e até onde posso chegar.

100m Rasos ou Fundos?



No Mundial de Atletismo de Daegu, Sogelau Tuvalu, representante de Samoa, chamou a atenção. Ele foi convidado pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF) para disputar a prova mais cobiçada do atletismo. Mesmo acima do peso, o atleta topou o desafio e realizou um sonho.

Dois pontos de vista:

1 - Serei humilhado diante milhões de pessoas!
2 - Vou realizar meu sonho e que se foda o mundo!

Em qual você se identifica?

Download – O Tricolor Voltou: Os Bastidores de uma Conquista

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BBMP!

”O Tricolor Voltou” mostra os bastidores e os jogos do retorno do Esporte Clube Bahia á elite do futebol nacional. Foram 07 anos ausente, mas, o Esquadrão de Aço está de volta!

Nesse DVD comemorativo,o torcedor irá saber de curiosidades e detalhes da campanha do tricolor na Série B de 2010.

Nome Original: O Tricolor Voltou: Os Bastidores de uma Conquista
Direção: O Tricolor Voltou: Os Bastidores de uma Conquista
Lançamento: 2011
Duração: 52Min
Qualidade: DVDRip
Áudio: 10
Vídeo: 10
Formato: AVI
Tamanho: 700 Mb - 350 Mb
Ídioma: Português
Legenda: S/L

Release by: –
Enconder by: Loko Abreu


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Avião de Papel

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Sabe aquele aviãozinho de papel que você faz. ESQUEÇA! Deixe de mediocridade e aprenda a fazer as verdadeiras máquinas voadoras.


Clique na imagem para ampliar.

Para dizer a verdade, nem sei se voa. Faça e depois me diga o que aconteceu.

Kit Mendigo

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Nunca fui adepto a doação de esmolas, esmola não dá futuro.

A prova que doação indiscriminada é o alimento para a proliferação da praga de mendigos está na repostagem abaixo.



Não há mal em doar, doar é um ato virtuoso que engrandece o espírito, quer doar, procure uma instituição de caridade séria, compromissada em dar um presente e um futuro para quem realmente precisa.

Velocímetro

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Aprenda a identificar a velocidade do carro pela imagem do cachorro na janela.



Akundum - Qualé

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Nem seria música da semana, mas, só de raiva dos baculejos que tomo da puliça foderal, vou postar o videozinho que retrata minha situação.

Akundum - Qualé

Tour Europa II - Grécia

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Cheguei em Lux e após o susto de ter tomado um bom baculejo da polícia (nenhum puliça federal pode me ver que me dá baculejo!) fui a casa de minha irmã, conversamos por algum tempo e não demorei muito para tomar um banho e cair na cama acabado da viagem de trocentas horas.

Fomos as compras, comprar o que iria precisar para fazer a tão esperada viagem a Grécia. Primeiro minha máquina fotográfica, meu novo brinquedo. Não adiantou nada eu ficar na dúvida entre a Nikon D3100 ou a Canon 500D, fui a algumas lojas e acabei comprando a Canon 550D, um pouco mais caro, mas, com o custo x beneficio melhor, show de bola. Compramos também um mochilão de camping de 55 litros.

Como o vôo saía de Charleroi, na Bélgica, compramos a passagem do bus Flibco pela net, a Flibco faz transporte de passageiros entre aeroportos e capitais próximas, muito legal, confortável e não é tão caro. Se eu soubesse da existência desta empresa não precisaria pedir a minha irmã para me pegar em Frankfurt, vinha pra Lux de Flibco. Ah! Paguei 22 euros de Lux a Charleroi.

A idéia era a seguinte:

Iríamos pegar um bus de Pfaffenthal (bairro de Lux) até a Gare as 7:21 (o ônibus passa exatamente neste horário);
Foi a única coisa que saiu do esperado, perdemos o ônibus e tivemos que subir a “ladeira da morte” até a Vila, um percurso de mais ou menos 800m de ladeira mais 400 plano com uma mochila que pesa, no começo da andada, uns 8kg e, já no final da ladeira parecia um saco de cimento cheio.

Procurar o ônibus da Flibco e esperar até as 8:20, horário de saída do bus da Gare;
Tranquilo, o buzão é verde com o nome flibco bem grande, foi bem fácil de achar, aproveitamos para comprar alguma coisa para comer (ô coisinha ruim são os pães daqui) e para beber enquanto o bus não saía.
Chegar em Charleroi as 10:50;
Em ponto! Viagem tranguila, buzão vazio.

Despachar o mochilão;
Já tínhamos feito o check-in online, o aeroporto fica há uns 60km de Bruxelas e estava lotado, como em qualquer aeroporto, haviam monitores com o nome da cidade destino em cima de cada quiche, foi só pegar a fila, apresentar o comprovante do check-in e a aguardar até 13:20, horário do vôo;

Hora da largada;
A Ryanair vende passagem de baixo custo, não oferece absolutamente nada aos passageiros gratuitamente e a tripulação fica parecendo vendedor ambulante na praia final de semana, toda hora passa pelo corredor vendendo bebida, comida, jornais, cigarros e etc. Esta empresa também não marca lugar no avião, simplesmente abre a porteira e os gados correm para pegar o melhor lugar. Agora!!!! Se você pagar a bagatela de 5 euritos a mais, você tem o privilégio de furar a fila, assim, liberam primeiro os gados gordos e depois os magros.

Paguei e furei a fila, quando se abrem as porteiras dá até medo de olhar para tras, alguns correm, mas, a maioria anda rápido, muito rápido (saca marcha atlética!?) para poder pegar um lugar legal. Até parece que tem lugar legal, as poltronas são desconfortáveis e não inclinam. Por um pouco mais de 100 euros da Bélgica até Grécia, não esperava nada melhor.

Finalmente Grécia, agora procurar como chegar ao hotel Protessilaos;
As 17:35 estávamos em Volos, logo na entrada no saguão do aeroporto, a constatação – Καλώς ήλθατε στο Βόλο – na maioria das placas havia sempre a tradução para o inglês, salvando minha vida.

Até para falar o nome dos lugares, hotéis e ruas era complicado, saímos do aeroporto para pegar um bus para Nea Anchialos (falando, saí um som de nianquielos). Só havia um ônibus no aeroporto que ia ao centro de Volos, uns 40km e uns 15km até a tal Nea Anchialos.

Pegamos o bus e o cobrador queria saber quem iria parar em nianquielos, e eu só admirando a paisagem e o cobrador gritando nianquielos!? nianquielos!? nianquielos!? Foi aí que percebi o que ele queria, levantei a mão e ele veio, acho que ele perguntou onde iríamos ficar. Mostrei o mapa a ele, depois de coçar bastante a cabeça ele fez um OK e falou com o motorista.

Dois minutos depois chega ele novamente dizendo... “Next time.. Δεν συμβαίνει στο δρόμο”. Não estava entendendo bulhufas do que ele estava dizendo, ele só falava inglês o “next time”, depois era só grego. Perguntei.. “Will you stop here?” bem devagar e ele respondeu: “Yes, but next time.. Δεν συμβαίνει στο δρόμο ”. Vai se lascar mermão, eu lá queria saber de next time, só queria saber se ele iria parar em algum lugar de Nea Anchielos. Disse “Ok” e ele foi embora.

Como ele parou fora do ponto de ônibus, bem, imagino que o “Δεν συμβαίνει στο δρόμο” era dizendo que da próxima vez não iria parar fora do ponto. Bom.. Ele parou na rua do hotel uns 50 metros e depois de umas 12h na rua até o destino, achamos o hotel Protessilaos.

Fomos muito bem recebidos por Vassilis Asderakis, uma figuraça, animado, atencioso, nos convidou para tomar uma das mais populares bebidas, um café gelado, estaria muito bom se eu não tivesse pedido para não colocar açúcar, como faço com o café quente, normal no Brasil. Kedma só tomou um suco de alguma coisa que parecia kisuco, também normal na Europa.

Fotos de NEA ANCHIALOS


Hotel Protessilaos


Welcome Drinks


Nós na praia


Praia de areia escura


Teste da temperatura da água


Vista da varanda do hotel


Manhã de Nea Anchialos


Eu e o figura Vassilis Asderakis

Intimidade

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É nisso que dá o excesso de intimidade.


Billy Idol - Eyes Without a Face

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Billy Idol - Eyes Without a Face

Tirinha

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Não gosto muito de tirinha, mas, este é legal, é que me identifiquei com ele, entende?



Haka dos All Blacks - Rugby

Passando pelos canais da TV acabei parando no canal onde passava o jogo de rugby entre França e Irlanda. Logo lembrei dos “All Blacks”, uma seleção neozelandesa de rugby que dançam “Haka” antes de qualquer partida para mostrar o vigor, identificação da raça e intimidação.

Uma curiosidade é que os gritos de instrução são dados pelo o jogador mais velho, nem sempre o líder ou o capitão do time e quanto mais agressivo, brutal e feroz, mais incentiva o grupo e intimida o adversário.



Uma dança de guerra que alcança seu objetivo, intimida qualquer time, alguns adversários parecem querer correr para o colo da mãe.

Mulher nua X Homem nu

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Agora deu para entender o porquê que o nu masculino é ridículo!?

Sugestão de Filmes em Francês

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Vi que não tem jeito e resolvi estudar francês. Mesmo não sendo machista confesso que não foi nada fácil a decisão de falar francês, a necessidade resolveu o impasse. Continua sendo um negócio gay, mas, ça va.

Estou numa casa onde só se fala português, além de brasileiros, moram um cabo-verdiano e uma portuguesa. Na TV só a Record e se algum europeu tem alguma dúvida da violência do Brasil basta assistir a Record que isso acaba, só passa miséria, assassinato, roubo, seqüestro, violência no trânsito, brigas e tudo que o povão gosta.

Para ajudar na transição inglês/francês – é que ainda falo inglês com o povo na rua – comecei a assistir alguns filmes em francês, também não é fácil mudar o estilo enlatado americano e passar para uma coisa mais Cult. Não gosto de comédia, mas, achei o “Rien a Declarer” filme deste ano (2011) que fala da intolerância de um policial belga com tudo que é francês. O filme é muito legal, só tem um pequeno problema, não tem legenda PT BR (português do Brasil), só PT PT (português de Portugal), mas dá para entender bem.

Quem tiver sugestões de filmes de idioma original francês, s'il vous plait, me avise.

Tracy Chapman - Fast Car

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Tracy Chapman - Fast Car

Tour Europa I - Portugal

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Motivo do breve desaparecimento.

Ainda estou fora e aos poucos voltarei a atividade normal. Dia 12 de Julho saí do Brasil rumo a Europa, passei por Portugal.

Saímos de Salvador pela TAP e após 8 horas de voo chegamos em Lisboa - 6 da manhã. No saguão para carimbar o passaporte já havia umas 100 pessoas que tinham acabado de chegar também, como saímos logo do avião não demorou tanto para sermos recebidos pelo Oficial da Imigração.

Haviam três oficiais, cada um com um grau de rigidez diferente, o primeiro quase que não olhava para a cara do imigrante, batia logo o carimbo e não fazia quase pergunta nenhuma, afinal, haviam em torno de 250 pessoas aguardando na fila, outro um pouco mais criterioso e demorava um pouco mais e o último, Aff!, levava uma eternidade para carimbar o passaporte, perguntava 500 coisas e olhava tudo. Mesmo torcendo para o primeiro oficial chamar a gente, não teve jeito, ao menos não foi o “pior” oficial.

Mesmo sem nada para impedir a entrada bate um pouco do nervosismo, o medo do oficial simplesmente não ir com a cara e mandar voltar, estava nas mãos a carta convite, seguro saúde, dinheiro, cartão de crédito.

Perguntinha básica: O que viestes fazer em Portugal?
Resposta curta: De passagem para Luxemburgo.
Perguntinha básica: O fazes em Luxemburgo, trabalha?
Resposta sempre curta: Não, vim visitar minha irmã.
Perguntinha básica: Tens carta convite?
Resposta sempre curta: Sim senhor.

Passaporte carimbado e agora é hora de saber o que fazer das 8 da manhã até 4 horas da tarde em Lisboa. Deixamos a mochila no guarda volumes (pagamos 3 euros por isso) e fomos a:

Torre de Belém de trem, um monumento bem nacionalista, já serviu como forte de defesa do rio Tejo, registro aduaneiro, posto de sinalização e como prisão para alguns presos políticos durante o reinado de Felipe II de Espanha em mil quinhentos e alguma coisa.

Perto da Torre, uns 5 minutos de caminhada, fomos para o Monumento aos Descobrimentos, ficamos um pouco admirando o monumento e conferindo os personagens heroicos ligados aos descobrimentos portugueses, eis as 33 figuras:

Infante Pedro, Duque de Coimbra (filho do rei João I de Portugal)
Filipa de Lencastre
Fernão Mendes Pinto (escritor)
Frei Gonçalo de Carvalho
Frei Henrique Carvalho
Luís de Camões ( poeta com seu livro nas mãos: Os Lusíadas)
Nuno Gonçalves (pintor)
Gomes Eanes de Zurara (cronista)
Pêro da Covilhã (viageiro)
Jácome de Maiorca (cosmógrafo)
Pedro Escobar (navegador)
Pedro Nunes (matemático)
Pêro de Alenquer (navegador)
Gil Eanes (navegador)
João Gonçalves Zarco (navegador)
Fernando, o Infante Santo (filho do rei João I de Portugal)
Infante Dom Henrique, o Navegador
Afonso V de Portugal
Vasco da Gama
Afonso Gonçalves Baldaia (navegador)
Pedro Álvares Cabral (descobridor do Brasil)
Fernão de Magalhães
Nicolau Coelho (navegador)
Gaspar Corte-Real (navegador)
Martim Afonso de Sousa (navegador)
João de Barros
Estevão da Gama (capitão marítimo)
Bartolomeu Dias (descobridor do Cabo da Boa Esperança)
Diogo Cão
António Abreu (navegador)
Afonso de Albuquerque
São Francisco Xavier (missionário)
Cristóvão da Gama (capitão)

Uma rosa-dos-ventos de 50 metros de diâmetro, desenhada no chão, foi uma oferta da África do Sul em 1960.

A fome apertou e decidimos pegar um ônibus e comer na Praça do Comércio, a praça possui mais de 30 mil m² e a estátua de D. José I. Um pouco mais a diante o Arco Triunfal da Rua Augusta, vários e vários bares, restaurantes e lanchonetes, lojas de roupa, sapatos e, claro, bugigangas. Comemos pouco de alguns salgados para experimentar a culinária portuguesa. Barriga cheia, mão lavada, pé na estrada. É hora de voltar ao aeroporto para continuar a viajem a Luxemburgo.

Pegamos um vôo domestico de Lisboa para Luxemburgo, aguardamos a bagagem que foram as primeiras a saírem. Nada suspeito! todos com um carrinho e uma malinha e nós com 3 malas gigantes lacradas com plástico transparente de proteção. Resultado, a puliça já estava na frente do corredor que dá acesso a saída esperando a gente passar para dar o baculejo - suspeitei desde o princípio!

Abri duas malas e o policial passou um produto na minha mão, nas malas e no computador para fazer teste de drogas. Claro que não achou nada e nem precisei abrir a terceira mala. Não é nada agradável tomar um baculejo da puliça.

Enfiei as malas no carro de minha irmã e fomos para casa abrir a mala com as muambas dela e tentar, em pouco tempo, fazer o relógio biológico se acostumar com as 5 horas de diferença.