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A Perfeição Do Corpo Humano

O título poderia ser: O Tubarão ou A Pescaria ou sei lá, qualquer coisa do tipo, porém, mais impressionante que o vídeo é ver a rapidez com que o corpo humano se prepara para uma situação de risco a integridade física, veja a histeria da pescadora. Mesmo sabendo que jamais haveria a possibilidade do bicho atacar ninguém (ele não vai sair da água voando), só pela visão (e susto), o processador humano (cérebro) fez bilhões e bilhões de cálculos por segundo e como resposta ao que viu, como um raio, uma descarga de adrenalina, o corpo: Aumentou o batimento cardíaco; Aumentou a frequência respiratória; Aumentou a pressão arterial; Dilatou as narinas para poder levar mais combustível (oxigênio) aos órgãos responsáveis pela ação da fulga ou luta (cérebro, pulmões, músculos, etc); Diminuiu o fluxo sanguíneo periférico... PERFEITO!

El Cuarteto de Nos - Ya no sé qué hacer conmigo

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Imaginei que conseguiria manter a postagem de uma música por semana, vou mudar o título para Música do Semestre. Independente do título, aí vai mais uma boa música.

El Cuarteto de Nos - Ya no sé qué hacer conmigo

Cérebro

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Você fica cego 4 horas por dia. Já foi enganado por um rótulo nesta semana. Tem preconceitos sobre todos os assuntos (por mais que ache que não). Toma decisões irracionais, que vão contra os seus interesses. Você não está no controle da própria mente. Mas não se preocupe: você é normal. Não é maluco e possui um cérebro perfeito, como o de qualquer outra pessoa. Só que ele inventa coisas para iludir você. Não é por mal. É só uma maneira de economizar energia.

O cérebro humano é o objeto mais complexo do Universo. Tem 100 bilhões de neurônios, que podem formar 100 trilhões de conexões. Se fosse possível criar um computador com o mesmo número de circuitos do cérebro, ele consumiria uma quantidade absurda de eletricidade: 60 milhões de watts por hora, segundo uma estimativa de cientistas da Universidade Stanford. É o equivalente a quatro usinas de Itaipu trabalhando simultaneamente. Mas o cérebro humano gasta pouquíssima energia - 20 watts, menos que uma lâmpada. E mesmo assim consegue fazer coisas extremamente sofisticadas, de que nenhum computador é capaz.

Só que isso tem um preço. O seu cérebro não consegue analisar as situações de forma completamente racional, avaliando todas as variáveis envolvidas em cada caso. Para fazer isso, ele precisaria de ainda mais circuitos - e muito mais energia. Mas, ao longo da evolução, a natureza encontrou uma solução: o cérebro pode mentir para seu dono. Sim, mentir. Descartar informações, manipular raciocínios e até inventar coisas que não existem. Dessa forma, é possível simplificar a realidade - e reduzir drasticamente o nível de processamento exigido dos neurônios. "São efeitos colaterais do funcionamento normal do cérebro", diz Suzana Herculano-Houzel, neurocientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Tudo começa pela visão. Você não percebe, mas o cérebro edita o que você vê. Das 16 horas por dia que uma pessoa passa acordada, em média, 4 horas são preenchidas por imagens "artificiais" - que não foram captadas pelos olhos, e sim criadas pelo cérebro.

O olho humano só capta imagens com clareza em uma pequena parte, a fóvea, que tem 1 milímetro de diâmetro e fica no centro da retina. Então, para compor a linda imagem que você está vendo agora, os seus olhos estão constantemente em movimento. Eles focam determinado ponto e depois pulam para o ponto seguinte. Cada um desses saltos tem duração de 0,2 segundo. Quer comprovar isso na prática? Na próxima vez em que você estiver conversando com uma pessoa, preste atenção nos olhos dela. Você irá perceber que eles se movimentam o tempo todo para escanear vários pontos do seu rosto.

O problema é que a cada pulo desses, enquanto os olhos estão se movendo para a próxima posição, o cérebro deixa de receber informação visual por 0,1 segundo. Durante esse tempo, você está cego. E, como nossos olhos fazem pelo menos 150 mil pulos todos os dias, o resultado são 4 horas diárias de cegueira involuntária. Você não percebe isso porque o cérebro preenche esses momentos com imagens artificiais, que dão a sensação de movimento contínuo. Mas que, na prática, você não viu.

Tem mais: o que você enxerga não é o que está acontecendo - e sim o que vai acontecer no futuro. É sério. Isso acontece porque a informação captada pelos olhos não é processada imediatamente. Ela tem de passar pelo nervo óptico e só depois chega ao cérebro. O processo leva frações de segundo, e você não pode esperar - um atraso na visão pode fazer com que você seja atropelado ao atravessar a rua, por exemplo. Então, o que faz o cérebro? Inventa. Analisa os movimentos de todas as coisas e fabrica uma imagem que não é real, contendo a posição em que cada coisa deverá estar 0,2 segundo no futuro. Você não vê o que está acontecendo agora, e sim uma estimativa do que irá acontecer daqui a 0,2 segundo.

As mentiras invadem a razão.
Com R$ 1,10, você pode comprar um café e uma bala. O café custa R$ 1 a mais do que a bala. Quanto custa a bala? Responda rápido. Dez centavos, certo? Errado. Você acaba de ser enganado pelo próprio cérebro. Mas não está sozinho - mais da metade dos estudantes de universidades prestigiadas como Harvard, MIT e Princeton responderam a essa mesma pergunta e também erraram (entre alunos de instituições menos badaladas, o índice de erro é ainda maior, cerca de 80%). Essa charada é um dos exemplos citados no livro Thinking, Fast and Slow (Pensando, Rápido e Devagar, ainda sem versão em português), do psicólogo israelense Daniel Kahneman, que ganhou o Prêmio Nobel de Economia por suas pesquisas sobre o comportamento humano.

Para Kahneman, o cérebro tem dois tipos de pensamento. O primeiro é rápido e intuitivo e confia na experiência, na memória e nos sentimentos para tomar decisões. O segundo é lento e analítico - e serve como uma espécie de guardião do primeiro.

Se estamos decidindo sobre o que comer, podemos ficar em dúvida entre um sanduíche e um prato de feijão. Mas por que essas duas opções, justo elas, surgiram como as alternativas válidas para o momento? Por que você não considerou um bacalhau com batatas? Por que não um sorvete de abacaxi? Porque o seu pensamento intuitivo já estava inclinado para optar pelo sanduba ou pelo feijão e restringiu previamente as escolhas antes mesmo que você se desse conta de que estava chegando a hora de almoçar. Do contrário, passaríamos horas avaliando todas as possíveis opções de refeição - e morreríamos de fome. Se o pensamento intuitivo não existisse, seria extremamente difícil escolher uma roupa ou responder a perguntas banais, do tipo "como você está?" ou "gostou do filme?". De certa forma, o pensamento intuitivo é o que nos diferencia dos robôs. E é ele que permite ao cérebro processar informações na velocidade necessária. "Ele é mais influente. É o autor secreto de muitas decisões e julgamentos que você faz", explica Kahneman no livro. Foi o pensamento intuitivo que apontou os dez centavos como resposta para o enigma do café. Só que ele mentiu para você. A resposta certa é R$ 0,05. Se a bala custasse R$ 0,10, o café custaria R$ 1,10 - e o total daria R$ 1,20.

Esse duelo entre os dois tipos de pensamento, o rápido-intuitivo e o lento-analítico, também tem uma explicação evolutiva. O córtex pré-frontal, região do cérebro responsável pelo processamento lógico, surgiu relativamente tarde na evolução da espécie humana - já as emoções e os instintos estavam com nossos ancestrais há muito mais tempo. Por isso elas são tão fortes e nos influenciam tanto. "A filosofia considera o ser humano um animal racional. Mas o que sabemos é que apenas em certas circunstâncias e à custa de muito esforço conseguimos ser racionais", afirma Vitor Haase, médico e professor de psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O pensamento intuitivo está sempre presente, até nas situações em que a racionalidade é supremamente importante. Um estudo de pesquisadores das universidades de Ben Gurion, em Israel, e Columbia, nos EUA, analisou o comportamento de juízes que deveriam decidir sobre a liberdade condicional de presos (um processo rápido, que leva 6 minutos). Em média, somente 35% dos condenados ganhavam a condicional. Mas os cientistas perceberam que os juízes eram muito mais benevolentes depois de comer. Quando eles tinham acabado de fazer uma refeição, a taxa de aprovação subia para 65%. Com o passar do tempo, a fome vinha chegando, e a concessão de liberdade condicional ia caindo. Minutos antes do próximo lanche, o índice de aprovação era quase zero.

Decidir sobre liberdade condicional e julgar a própria felicidade são tarefas complexas. Para avaliar todas as variáveis envolvidas, muitas delas subjetivas, o cérebro tenderia a ficar sobrecarregado. Por isso, ele usa atalhos. "Os nossos problemas são resolvidos no piloto automático, através de soluções que a cultura já embutiu no nosso cérebro", diz Haase.

Estudos têm revelado outra distorção: toda pessoa sempre tende ao otimismo, mesmo quando não há motivos para isso. A pesquisadora Tali Sharot, da University College London, gravou a atividade cerebral de voluntários enquanto eles imaginavam situações banais - como tirar uma carteira de identidade. Ela também pediu que os voluntários pensassem em coisas do passado. Os testes mostraram que as mesmas estruturas cerebrais são ativadas para recordar o passado e imaginar o futuro. Só que, ao imaginar o futuro, os voluntários criavam cenários magníficos - era o cérebro tentando colorir os eventos sem graça. "Cerca de 80% das pessoas têm tendência ao otimismo, algumas mais do que outras", diz ela. Para Tali, autora do livro Optimism Bias (O Viés do Otimismo, ainda sem versão em português), o otimismo é sempre mais comum que o pessimismo - seja qual for a faixa etária ou o grupo socioeconômico da pessoa. Assim, nunca acreditamos que algo vá dar errado - mesmo quando o mais racional seria pensar que sim. "As taxas de divórcio, por exemplo, chegam a 40%, 50%. Mas as pessoas que estão para casar sempre estimam suas chances de separação em o%", exemplifica Tali. Segundo ela, a inclinação natural ao otimismo também é um dos fatores que levaram à crise econômica global de 2008. "As pessoas achavam que o mercado continuaria subindo cada vez mais e ignoraram as evidências contrárias", afirma.

Ele está no controle. 
As manipulações criadas pelo cérebro afetam até a capacidade mais essencial do ser humano: tomar as próprias decisões. Quando você decide alguma coisa, na verdade o cérebro já decidiu - com uma antecedência que pode chegar a 10 segundos. Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, comprovou que as nossas escolhas são resolvidas pelo cérebro antes mesmo de chegarem à consciência. Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma sequência aleatória de letras. O voluntário tinha que escolher uma das letras e apertar um botão sempre que ela aparecesse. Os cientistas monitoraram o cérebro dos participantes durante o experimento. E chegaram a uma descoberta impressionante: 10 segundos antes de os voluntários escolherem uma letra, sinais elétricos correspondentes a essa decisão já apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro ligadas à tomada de decisões. Cinco segundos antes de o voluntário apertar o botão, o cérebro ativava os córtices motores, que controlam os movimentos do corpo. Isso significa que, 10 segundos antes de você fazer conscientemente uma escolha, o seu cérebro já tomou a decisão para você - e até já começou a mexer a sua mão.

"O indivíduo não é livre para escolher", afirma Renato Zamora Flores, professor de genética do comportamento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O cérebro restringe previamente as suas possíveis opções e, pior ainda, escolhe uma delas antes mesmo que você se dê conta. É possível lutar contra isso. Lembra-se daquele outro tipo de pensamento, o lento-analítico? Basta colocá-lo em ação. E isso você consegue tendo calma, refletindo sobre as coisas e duvidando das suas escolhas e opiniões. Os truques do cérebro são poderosos, mas não invencíveis. Agora que você sabe como funcionam, está muito mais preparado para lidar com eles - e se tornar realmente livre para tomar as próprias decisões.

Fonte: Super Interessante

Hot Wheels

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Conceito Prévio

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O homem sem tatuagens que aparece na foto executou 69 pessoas em um dos piores massacres da história da Noruega.

Fonte: Treta

Como É Estudar Na UNR?

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Disse que ia falar da UNR em breve e este breve demorou pra burro!


Como é estudar na UNR, Universidad Nacional de Rosario, na Argentina? É foda complicado!

Ao menos para a grande maioria dos brasileiros que chegam sem nenhuma ou pouca informação sobre a universidade, não sabe o idioma e acreditam que vai encontrar facilidade por não haver vestibular e por existir uma propaganda generalizando de forma negativa a qualidade do curso de medicina dos outros países da América do Sul. Pois é parceiro! A coisa aqui não é nada fácil, a não ser a forma de ingresso ehehe.

Vamos por partes com nosso amigo Jack the Ripper, vamos a um passo a passo de como funciona a UNR.

MIU – Módulo de Inclusión Universitaria São encontros que dura em média 3 meses que falamos na maioria das vezes sobre direito a saúde, papel dos profissional de saúde na sociedade e damos opiniões pessoais. Sim, uma grande encheção de lingüiça, quer um exemplo?

Uma pergunta que fazem no MIU: “Todos tem direito a saúde?” Todos? E os pobres? E os vagabundos? E os assassinos? Você acha certo? A minha turma tem umas 50 pessoas na sala. Para se ter uma idéia, deve ter 20% de brasileiro, 20% colombiano, 20% de outras nacionalidades (peruano, haitiano, etc) e uns 40% de argentino.

 Para a aprovação no MIU basta presença, participação e uma prova – não eliminatória – com perguntas pessoais. Não esquente com a falta do domínio do espanhol, você verá que não estará sozinho. Existem trabalhos em equipe no MIU e perguntei a alguns argentinos se eles entendem os imigrantes falando, eles disseram que não entendem nem os próprios argentinos de outras províncias, além disso, nem todos participam todos os dias. Imagine este MIU como um curso a parte, voltarei a falar dele ainda neste texto. 

O sistema de ensino da UNR é o PBL (Problem Based Learning). O primeiro ano do curso de medicina da UNR é onde se separa o joio do trigo, podemos dividir este ano em 2 partes, não necessariamente 2 semestres, a primeira é CYD (Crecimiento y Desenvolvimiento) que podemos comparar com o nosso vestibular e a segunda chamada de Nutrición.

CYD é punk, muito foda, é a hora que bate a revolta de alguns brasileiros que acharam que estudar na Argentina seria moleza. Neste ano de 2012 foram 11 up’s (unidades problemas), com base nestes problemas estudamos e debatemos os temas. Para cada “up” temos seminários, laboratórios e tutorias. Na tutoria é onde debatemos os assuntos estudados em turma de até 20 alunos e somos avaliados de acordo com nossa participação e conhecimento. Um problema sério que faz muita gente desistir do curso, a falta de organização da UNR nos seminários, por exemplo: Estamos na segunda “up” onde teremos que falar sobre o sistema reprodutor na tutoria, muitas vezes o calendário da tutoria é em uma quarta-feira e o seminário sobre aparelho reprodutor é na sexta-feira. Temos que estudar e ter uma boa participação na tutoria sem ter nenhuma aula.

Entre as 11 up’s existem 4 avaliações (final da 6°, final da 11°, recuperação da 6° e recuperação da 11°), acredite, basta 1 nota 6 para o aluno ter a chance de fazer o exame oral no final de CYD. Como somos muitos a universidade, neste momento, se encarrega de eliminar um monte de gente e neste esquema é aprovado gente que não estuda e reprovam bons alunos, é um "samba do crioulo doido"! Aprovou a oral de CYD é dizer que passou pela pior fase do curso.

A maioria dos brasileiros se encaixam em:

Os que não estudam, gastam dinheiro dos pais em festa e não passam.
Os que não estudam, gastam dinheiro dos pais em festa e aprovam na sorte.
Os que concluíram o ensino médio com muito esforço e não passam.
Os que concluíram o ensino médio com muito esforço e aprovam na sorte.
Os que estudam muito, não passam e se revolta com os que não estudam e aprovam.
Os que estudam muito e aprovam.

 Estes dois últimos tipos de brasileiros são os que estudam tanto que começa a acreditar que se estudasse o mesmo tanto para passar em um vestibular no Brasil seriam aprovados, não duvido! Recapitulando, o processo é o seguinte: CYD – Para fazer a prova oral de CYD precisa ser aprovado na prova escrita e ser aprovado no MIU. Nutrición – Os aprovados na escrita em CYD podem cursar, mas não pode fazer o exame oral até ser aprovado no exame oral de CYD. Deu para entender?

A fachada da UNR é imponente, porém, não se engane, por trás das parede a universidade está caindo aos pedaços, janelas e portas quebradas, salas sem aquecedor, banheiros sujos, tudo que uma boa universidade pública tem direito.

2 de Julho

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A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.


Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.

Data que lembramos da ignorância política cultural da população baiana que deixou o ex dono do estado, Antônio Carlos Magalhães, fazer uma homenagem post-mortem ao filho mudando o nome do Aeroporto 2 de Julho para Aeroporto Internacional de Salvador Dep. Luís Eduardo Magalhães. Lamentável.

Para o bem da Bahia, felizmente, existe uma grande quantidade de baianos que não deixará apagar nossa cultura, nossa conquista e continuará chamando nosso Aeroporto de 2 de Julho.