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Fernando de Noronha,
Viagem
Menos um destino da minha lista "Não posso morrer antes de conhecer".
Nesta lista gigante estão lugares como:
Ilhas Mentawai - Indonésia
Galápagos - Ecuador
Panamá
Costa Rica
Nova Zelandia
Chicama - Peru
Hawaii - EUA
Cuba
A ilha pernambucana do Senhor Fernando de Noronha, um dos primeiros exploradores de pau-brasil desta antiga colônia portuguesa, estava perto do topo da lista não só pela beleza natural como também pela proximidade, é quase um crime conhecer outro país sem antes conhecer FN, porém meu amigo, não se engane, conhecer Noronha é programa para quem tem grana e para poucos pobres sortudos como, por exemplo, EU.
Aterrissamos no minúsculo aeroporto da ilha um pouco antes das 4 horas da tarde, pegamos uma pequena fila para preencher o formulário de controle e tomar a primeira facada de 50 reais por dia de permanência por pessoa. Antes da viagem perguntei se haveria alguém para me pegar no aeroporto e assim foi, a Blue Marlin, agência de receptivo, estava lá buscando turistas de várias pousadas e no caminho foi vendendo e explicando sobre como eram os passeios, por onde passava e o tempo de cada um.
Mesmo em alta estação não reservei moto ou carro com antecedência, cheguei lá e consegui alugar uma moto sem problema, paguei mais caro por uma moto mais nova, encontrei moto com diária de R$ 80,00 e acabei pagando R$ 100.
Demorei para reservar a pousada, por isso não consegui todos os dias em uma mesma pousada, ficamos inicialmente na pousada Lua Bela e depois na pousada Bangalô Palhoça.
Lua Bela - Fomos bem recebidos, prometi a funcionaria mais antiga que eu falaria bem dela, mas realmente as duas foram educadas, simpáticas e estiveram em todo o momento dispostas a dar informações. A pousada Lua Bela foi a que estava com o menor valor da diária na época da minha pesquisa - quarto com ar condicionado, café da manhã, um bom lanche da tarde por R$ 220,00 - é uma pousada simples, tentarei ficar lá novamente da próxima vez.
Bangalô Palhoça - Não é bem uma pousada, os donos moram em uma casa de madeira e fizeram um quarto com entrada individual, paguei R$ 200,00 em um quarto com ar condicionado, sem café da manhã.
Daria para conhecer a ilha sem precisar pagar outra taxa - R$ 80,00 - mas, de sacanagem, colocaram a mais bela praia em área ambiental e para ter acesso a ela precisa pagar a taxa. A praia Sueste também está na área de proteção, mas não pagaria pelo acesso, para mim ela foi a menos bonita de toda a ilha.
Não fizemos o famoso "Ilha Tour", não estava animado em pagar R$ 100,00 por pessoa, achei melhor alugar uma moto e ter a liberdade de ficar o tempo que eu quisesse nas praias e, para mim, valeu a pena.
Além da beleza natural da ilha o que chamou atenção foi a segurança, deixei tudo na areia, fui surfar, voltei e encontrei tudo como estava, o mesmo aconteceu com a moto alugada, é tão normal deixar o capacete solto no retrovisor da moto que várias vezes saí e acabei deixando também a chave no painel da moto, o legal é ver o mesmo na maioria das motos do lado.
Não fiz nenhum passeio, é que tenho a passagem para o final de julho e neste período não dá onda nenhuma, então aproveitei ao máximo o surf de janeiro e deixei o passeio para a próxima, não me arrependo nenhum pouco.
Com toda a certeza surfar na Cacimba do Padre foi o melhor surf que fiz, vários mergulhões voando bem próximo, porém a mesma quantidade de mergulhões tinha de bosta voando, era o bicho comendo e cagando, por duas vezes deu para sentir o efeito da natureza selvagem escorrendo quente na minha careca. Voltando ao mar... O conjunto de vida marinha, mergulhão cagão, a transparência da água e a formação de tubo em todas as ondas deixou, para mim, o mar mais belo de todos até hoje.
Não precisa levar farofa. Estava preocupado com o povo falando que lá tudo é muito caro e não é bem assim, claro que é mais caro, mas não é tanto assim.
Existem vários blogs dando dicas de quase tudo na ilha, pesquise e seja feliz.
Nesta lista gigante estão lugares como:
Ilhas Mentawai - Indonésia
Galápagos - Ecuador
Panamá
Costa Rica
Nova Zelandia
Chicama - Peru
Hawaii - EUA
CubaA ilha pernambucana do Senhor Fernando de Noronha, um dos primeiros exploradores de pau-brasil desta antiga colônia portuguesa, estava perto do topo da lista não só pela beleza natural como também pela proximidade, é quase um crime conhecer outro país sem antes conhecer FN, porém meu amigo, não se engane, conhecer Noronha é programa para quem tem grana e para poucos pobres sortudos como, por exemplo, EU.

Aterrissamos no minúsculo aeroporto da ilha um pouco antes das 4 horas da tarde, pegamos uma pequena fila para preencher o formulário de controle e tomar a primeira facada de 50 reais por dia de permanência por pessoa. Antes da viagem perguntei se haveria alguém para me pegar no aeroporto e assim foi, a Blue Marlin, agência de receptivo, estava lá buscando turistas de várias pousadas e no caminho foi vendendo e explicando sobre como eram os passeios, por onde passava e o tempo de cada um.
Mesmo em alta estação não reservei moto ou carro com antecedência, cheguei lá e consegui alugar uma moto sem problema, paguei mais caro por uma moto mais nova, encontrei moto com diária de R$ 80,00 e acabei pagando R$ 100.
Demorei para reservar a pousada, por isso não consegui todos os dias em uma mesma pousada, ficamos inicialmente na pousada Lua Bela e depois na pousada Bangalô Palhoça.
Lua Bela - Fomos bem recebidos, prometi a funcionaria mais antiga que eu falaria bem dela, mas realmente as duas foram educadas, simpáticas e estiveram em todo o momento dispostas a dar informações. A pousada Lua Bela foi a que estava com o menor valor da diária na época da minha pesquisa - quarto com ar condicionado, café da manhã, um bom lanche da tarde por R$ 220,00 - é uma pousada simples, tentarei ficar lá novamente da próxima vez.
Bangalô Palhoça - Não é bem uma pousada, os donos moram em uma casa de madeira e fizeram um quarto com entrada individual, paguei R$ 200,00 em um quarto com ar condicionado, sem café da manhã.
Daria para conhecer a ilha sem precisar pagar outra taxa - R$ 80,00 - mas, de sacanagem, colocaram a mais bela praia em área ambiental e para ter acesso a ela precisa pagar a taxa. A praia Sueste também está na área de proteção, mas não pagaria pelo acesso, para mim ela foi a menos bonita de toda a ilha.
Não fizemos o famoso "Ilha Tour", não estava animado em pagar R$ 100,00 por pessoa, achei melhor alugar uma moto e ter a liberdade de ficar o tempo que eu quisesse nas praias e, para mim, valeu a pena.
Além da beleza natural da ilha o que chamou atenção foi a segurança, deixei tudo na areia, fui surfar, voltei e encontrei tudo como estava, o mesmo aconteceu com a moto alugada, é tão normal deixar o capacete solto no retrovisor da moto que várias vezes saí e acabei deixando também a chave no painel da moto, o legal é ver o mesmo na maioria das motos do lado.
Não fiz nenhum passeio, é que tenho a passagem para o final de julho e neste período não dá onda nenhuma, então aproveitei ao máximo o surf de janeiro e deixei o passeio para a próxima, não me arrependo nenhum pouco.
Com toda a certeza surfar na Cacimba do Padre foi o melhor surf que fiz, vários mergulhões voando bem próximo, porém a mesma quantidade de mergulhões tinha de bosta voando, era o bicho comendo e cagando, por duas vezes deu para sentir o efeito da natureza selvagem escorrendo quente na minha careca. Voltando ao mar... O conjunto de vida marinha, mergulhão cagão, a transparência da água e a formação de tubo em todas as ondas deixou, para mim, o mar mais belo de todos até hoje.
Não precisa levar farofa. Estava preocupado com o povo falando que lá tudo é muito caro e não é bem assim, claro que é mais caro, mas não é tanto assim.
Existem vários blogs dando dicas de quase tudo na ilha, pesquise e seja feliz.

