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Viagem x Popularidade

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Um estudo publicado na revista Psycological Science garante: quem vive experiências incríveis é excluído pelos amigos.

 

Calma, isso não quer dizer que seus melhores amigos de infância vão começar a fingir que você não existe. Mas os cientistas de Harvard descobriram que pessoas gostam de conversar sobre experiências que as aproximam. Então, o natural é excluir quem vive coisas muito incomuns e distantes da sua realidade.

Cassie Mogilner, professor da Universidade da Pensilvânia, explicou ao jornal The New York Times que, diante da grande quantidade de informações que as pessoas compartilham nas redes sociais, quem abre a timeline do Facebook precisa selecionar o que vê. E o critério é esse: as experiências mais próximas da vida de cada um chamam mais atenção.

No entanto, pode ser que a viagem a Paris faça o maior sucesso. Tudo depende do que seus amigos consideram mais ou menos próximo da vida deles.

Gus Cooney, o estudante de Harvard que conduziu a pesquisa, explicou:

Nós estamos tão atraídos por experiências extraordinárias que não pensamos sobre seu custo: elas nos fazem diferentes dos outros.

Fotos com famosos, por exemplo, podem tornar você uma pessoa mais interessante.

Mas a exclusão vale também para a vida real: é melhor pensar duas vezes antes de sacar o álbum de fotos de Paris no jantar com amigos.

Tá explicado!

Fonte: R7 Entretenimento

Emergência a Bordo

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Um texto muito bom, escrito por Ernesto Lippmann, para o site MelhoresDestinos.

É uma situação comum. Você está no avião, um passageiro se sente mal, a comissária solicita um médico. E a partir daí, surgem muitas dúvidas: O médico é obrigado a atender? O que diz a ética médica? O médico pode cobrar pelo serviço prestado a bordo? De quem? Do passageiro ou da empresa aérea? Quais são os casos mais comuns de atendimento a bordo? E se houver algum erro, o doutor é responsável? Como as empresas aéreas agem em casos de passageiros que passam mal no avião?

É algo desagradável, mas pode acontecer com qualquer um. Neste post, vamos conhecer seus direitos como passageiro e as obrigações do médico nesta situação, e vamos mostrar um pouco como cada empresa aérea vê este tipo de ocorrência. Além destes pontos vamos mostrar quais são os problemas de saúde a bordo que podem comprometer sua viagem e como evitá-los. Também vamos mostrar quais são os procedimentos que devem ser seguidos por aqueles que não estão bem de saúde mas precisam viajar. Boa viagem, e apertem seus cintos!

1. Problemas mais comuns de saúde a bordo

Cada vez mais pessoas viajam de avião. Enquanto você lê este post, há 600.000 pessoas voando em aviões comerciais. Imagine numa cidade deste porte, quantos habitantes estariam doentes? E seria possível imaginar que não houvesse qualquer hospital para atendê-los? E se esta “cidade” fosse um ambiente insalubre, que pode agravar diversos problemas de saúde?

É exatamente isto que ocorre quando você viaja, devido às condições da cabine de passageiros dos aviões, que tem sua pressão mantida artificialmente, a chamada pressurização, além de níveis de oxigenação e umidade mais baixos do que os que encontrados em terra, especialmente nos aviões mais novos que recirculam parte do ar interno, ao contrário dos primeiros jatos, onde o ar era renovado constantemente.

Outros decorrem da precarização da condição da classe econômica, em lugares cada vez mais apertados, que agravam problemas circulatórios, como as tromboses e as embolias a bordo.
Este problema é agravado pelo alcance cada vez maior das aeronaves, sendo comuns voos cada vez mais longos, que chegam a representar mais de 14 horas sem escalas, podendo levar a trombose venosa profunda (TVP) e sua mais temível consequência, a embolia pulmonar, decorrente do surgimento de coágulos de sangue nas veias das pernas, que podem viajar pela corrente sanguínea até se fixarem no pulmão, o que pode ser fatal.

É fato que o número de atendimentos a bordo vem crescendo, e “a cada dia ao menos uma emergência médica ocorre em voos comerciais que saem do Brasil, ou chegam ao pais, em casos que vão de desmaios a paradas cardíacas (….) Em 2013 foram 371 casos em voos internacionais em que o Brasil foi origem ou destino; duas pessoas morreram. No mundo, a empresa Medaire, líder do setor, fez 28.866 atendimentos médicos, 79 por dia – houve cem mortos . E estes números não incluem os voos domésticos.

2. Evitando problemas de saúde a bordo.

Para evitar os problemas de saúde mais comuns a bordo, se recomenda não viajar em regra pelo menos 15 dias depois de procedimentos cirúrgicos, inclusive aqueles realizados por dentistas, salvo se autorizado pelo médico. Também se recomenda não voar quando estiver com intensa congestão nasal ou diagnóstico de sinusite aguda e/ou otite média, não fumar antes de embarcar, beber líquidos durante a viagem, se movimentar o máximo possível dentro do avião e em voos mais longos usar meias compressoras, e evitar roupas muito apertadas.

A dra. Vânia Elizabeth Ramos Melhado, presidente da Sociedade Brasileira da Medicina Aeroespacial (SBMA) e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, e da cartilha “Doutor, posso viajar de avião?”, onde são detalhadas várias condições de saúde e suas restrições para viajar, recomenda também uma dieta com poucas fibras um dia antes da viagem (pois sempre há a o desagradável fenômeno da expansão de gases), tomar bastante líquido, escolher roupa confortável, usar meia elástica e fazer exercícios com os pés para evitar a trombose, associada à imobilidade por muitas horas seguidas. “As pessoas ligam o péssimo hábito de tomar bebida alcoólica a uma sensação de relaxamento, mas estão piorando a situação. O ambiente é seco, frio e desidrata.”

O cardiologista Sérgio Timerman, diretor do comitê de emergências cardiológicas da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), esclarece que problemas como pneumonia, doença pulmonar obstrutiva crônica, asma aguda, pneumotórax e doença cardíaca podem agravar o quadro de hipóxia (baixa de oxigênio) e devem ser objeto de consulta prévia com o médico.

3. Passageiros com problemas especiais de saúde, trâmites para o embarque e necessidade de autorização

Os passageiros que tenham condições especiais de saúde, que precisam de atendimento especial por questão de saúde, ou tenham condições que possam se agravar a bordo, ou tenham necessidades especiais e precisam voar com acompanhante, devem preencher o formulário de informação médica (MEDIF que está disponível nos sites de todas as empresas aéreas) e estão sujeitos a aprovação prévia da empresa para poderem viajar, o que ocorre quando o passageiro:

- Sofre de alguma doença que seja contagiosa;
- Possa desenvolver qualquer comportamento ou condição física incomum, que possa gerar efeito adverso ao bem-estar e conforto de outros passageiros ou da tripulação;
- Precise de atenção médica ou equipamentos especiais para manter sua saúde durante o voo (oxigênio ou maca);
- Possa ter sua condição médica agravada durante ou por causa do voo;
- Necessite de acompanhamento médico ou de tratamento médico a bordo.

Segundo o site da TAM, os problemas de saúde geralmente considerados inaceitáveis para uma viagem aérea são:

• Anemias severas
• Otite média e sinusite aguda
• Doenças contagiosas ou infecciosas ativas
• Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) ou outras patologias cianóticas descompensadas
• Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) com menos de 6 semanas
• Doença respiratória grave ou pneumotórax recente
• Lesões gastrintestinais que podem causar hematêmese, melena ou obstrução intestinal
• Pós-operatório recente (10 dias para operações abdominais simples e 21 dias no caso de cirurgia torácica ou cirurgia invasiva nos olhos sem uso de laser)
• Fraturas de mandíbula com imobilização (a menos que esteja com acompanhamento profissional)
• Doença mental instável (a menos que esteja viajando com acompanhamento profissional e devidamente medicado para a viagem)
• Doença epiléptica não controlada (a menos que esteja viajando com acompanhamento profissional)
• Gestantes com mais de 35 semanas e multíparas com mais de 32 semanas
• Crianças com menos de 7 dias de vida
• Introdução recente de ar em cavidades do corpo para fins diagnósticos ou terapêuticos (nos últimos 7 dias)

As pessoas portadoras de necessidades especiais, tem seus direitos previstos na Resolução 280 da Anac, que vale apenas para voos nacionais, mas que também se aplica a gestantes, lactantes, pessoa acompanhada por criança de colo, ou qualquer pessoa que por alguma condição específica tenha limitação na sua autonomia como passageiro, inclusive devido a problemas temporários de saúde.

Se houver necessidade de um acompanhante, em função de problemas de saúde, ou de necessidades especiais para aquele que viaje em maca ou incubadora; em virtude de impedimento de natureza mental ou intelectual, não possa compreender as instruções de segurança de voo; ou não possa atender às suas necessidades fisiológicas sem assistência, a Resolução estabelece que deve ser dado desconto de 80% sobre a tarifa do passageiro que necessita de assistência, sendo que nestes casos a GOL oferece 100% de desconto sobre a tarifa. A Azul também informa sobre estes procedimentos no seu site e a Avianca informa que não transporta passageiros em maca, nem admite o uso de oxigênio medicinal a bordo. O site da TAM não traz qualquer informação à respeito.

4. Casos mais comuns de atendimento a bordo

Segundo o New England Journal of Medidicne, que revisou as chamadas de emergência a bordo de cinco companhias aéreas, de 1 Janeiro de 2008 a 31 Outubro de 2010. Os problemas mais comuns foram a síncope ou pré-síncope (37,4%), sintomas respiratórios (12,1%) e náuseas ou vômitos (9,5%).

Passageiros médicos prestaram assistência em 48,1% das emergências médicas a bordo e 7,3% dos voos foram desviados. De 10.914 pacientes, 25,8% foram transportados para um hospital, 8,6% foram internados e foi observado óbito em 0,3% dos casos. Os motivos mais comuns de admissão foram provável acidente vascular cerebral, sintomas respiratórios e sintomas cardíacos.

5. O dever de prestar socorro do médico.

O Código de Ética médica é claro no sentido de que, havendo necessidade, o médico que estiver a bordo deve atender ao chamado do comissário. É disto que trata o princípio fundamental VII, e o artigo 7 do Código de Ética Médica, que afirmam:

VII – O médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as situações de ausência de outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do paciente.

Art. 7º Deixar de atender em setores de urgência e emergência, quando for de sua obrigação fazê-lo, expondo a risco a vida de pacientes, mesmo respaldado por decisão majoritária da categoria.
A falta de atendimento do médico a bordo, pode assim configurar infração ética, e até mesmo a possibilidade do profissional responder pelo crime de omissão de socorro, mas o médico não tem o dever de prontidão quando embarca na condição de passageiro em voo comercial.

5.1 Dever de prontidão do médico

O dever de prontidão e de atendimento do médico é inerente à sua condição profissional. Assim, o médico que se encontra de plantão num hospital tem o dever de atender numa situação que represente um risco à vida. Já ao embarcar como passageiro, o médico não tem o mesmo dever de prontidão que teria num ambiente profissional na cabine de um avião, na qual viaja como passageiro pagando sua passagem. Isto significa que num ambiente profissional o médico deve estar descansado e com seu raciocínio apto a realizar julgamentos profissionais, o que pode não ocorrer quando viaja.

Como fica a situação do médico que embarca num voo internacional, após trabalhar num plantão de 48 horas e tomar dois copos de vinho para relaxar? Ele provavelmente não estará com condições adequadas para atender e, ao meu ver só deve atender se for o único a bordo, e ainda assim informando estas condições ao paciente.

É ilegal que o médico beba a bordo? Ou que tome um ansiolítico para dormir? E, se nestas situações ele não se sentir capacitado a atender? Como veremos, nestas situações não há infração ética, nem omissão de socorro.

5.2. Omissão de socorro a bordo

Dispõe o art. 135 do Código Penal ser crime “Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública: Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa. Parágrafo único – A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a morte.

Segundo os tribunais, a caracterização e a punição deste crime dependem da constatação do dolo pelo juiz, ou seja: para que o médico seja considerado culpado do assunto, deve ter consciência da ilicitude. Isto significa que ele deve saber que está contrariando o direito, ou seja, ter consciência das exigências objetivas de cuidado que é necessário que ele proporcione.

Assim, os casos de médicos condenados por omissão de socorro ocorrem nos hospitais, em situações nas quais os profissionais estavam contratados para trabalhar e conscientes da necessidade de atender e se recusam a tratar do paciente. Não localizei qualquer julgado que tratasse de questões ou acusações de omissão de socorro ocorridas no interior de aeronave, nas pesquisas que fiz.

Dessa forma, o médico que estiver dormindo na sua poltrona e não ter ouvido o chamado, ou até mesmo alegue tal fato, dificilmente será condenado por este crime. Além disto, trata-se de crime de menor potencial ofensivo, possibilitando a concessão de benefícios previstos na Lei 9.095, como a transação penal (artigo 76) e ainda o sursis processual (artigo 89), ou seja, na prática um médico não irá para a cadeia por deixar de atender alguém a bordo. Mas, há alguns pontos que merecem ser aprofundados como a questão ética e responsabilidade do médico.

5.3 Eticamente o médico deve atender ao chamado

Eticamente não há dúvida: o médico deve atender assim que convocado pela tripulação. Esta é a posição oficial do Conselho Federal de Medicina, que fiscaliza o exercício da Profissão de Médico, pois o médico é médico é obrigado a seguir o Código de Ética Médica.

E se ele não for observado, qualquer paciente pode representar ao CRM o chamado processo ético disciplinar, que apurará se o médico agiu corretamente e de acordo com a ética médica. Neste processo tanto o médico pode ser considerado inocente quanto culpado, com penalidades que vão desde uma advertência até a perda de sua licença para praticar a medicina.

O Código de Ética Médica é claro quanto ao dever do médico de atender numa situação de emergência, ou mesmo do simples pedido de paciente a bordo, pois o alvo ético da profissão de médico toda a sua atenção é a saúde do ser humano, sendo que se houver mais de um médico a bordo, deve ser dada preferência ao que tiver a especialidade mais próxima daquela requisitada pela necessidade do paciente.

No processo Consulta CFM nº 5.353/96 foi decidido que “o médico, quando chamado a prestar assistência a bordo de aeronaves, tem o dever ético e a obrigação legal de fazê-lo, cabendo a princípio cobrar ao paciente o atendimento realizado”

Segundo o parecer do CFM, “a boa norma condiciona o médico a apresentar-se sempre que for solicitado a identificar-se profissionalmente, especialmente sendo ele o único da área de saúde presente na aeronave. É seu dever não se omitir ao chamamento para atender uma intercorrência médica a bordo.

Estatisticamente, é do conhecimento de todos que os distúrbios habituais verificados durante um voo costumam ser de pouca ou quase nenhuma gravidade, sendo muito rara a constatação de grave distúrbio à saúde ou mesmo a ocorrência de óbito.

A propósito, não faz muito tempo a imprensa divulgou a proeza de dois médicos ingleses que realizaram, em pleno voo, drenagem de hemitórax de um passageiro, após diagnosticarem pneumotórax hipertensivo. Com certeza, este procedimento só foi possível graças à presença de médico a bordo e a adoção de uma conduta correta, embora improvisada, no momento oportuno, salvando uma vida. O mesmo poderia ter ocorrido, por exemplo, caso se constatasse edema de glote em um passageiro, cuja medida heróica e impostergável seria a realização de uma traqueostomia.

Certamente, ao se deparar com esta modalidade de afecção, o médico, prudentemente, sabedor da falta de equipamentos indispensáveis a bordo para realizá-la, deverá em primeiro lugar optar por sugerir mudança de rota e pouso no aeroporto mais próximo. Não sendo possível a alternativa citada e levando-se em conta a gravidade da situação, agregados os atenuantes que o caso requer, na dependência, ainda, do nível de resolubilidade do profissional, poderá ele assumir a responsabilidade pelo ato comissivo que venha a praticar.”

5.4 Especialidades médicas não familiarizadas com urgências

Geralmente quando se chama o médico a bordo é para algo que seja grave, ou que se supõe ser grave, mas nem todo médico trata com emergências e urgências, e nem mesmo necessita ter prática clínica. Há diversas especialidades que não atuam em casos envolvendo problemas clínicos de urgência como reumatologistas, radiologistas, dermatologistas, psiquiatras, médicos legistas e peritos previdenciários, dentre outros.

Segundo uma reportagem da Revista Isto é “no ano 2000, por exemplo, a Agência de Administração de Aviação Americana registrou uma média de 15 emergências por dia. Nos casos mais graves, houve desvio de rota para providenciar atendimento hospitalar. “Um dos dados mais impressionantes desse estudo é que, apesar de haver médicos a bordo em 85% dos voos registrados, menos de 1% sabia realizar os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar”, explica o cardiologista Sergio Timerman .

Nestes casos, a preferência deve ser dada ao médico que tenha uma especialidade que seja compatível com o quadro clínico do passageiro. Todavia, não havendo especialista disponível, o médico presente deve fazer o seu melhor, ainda que não se sinta familiarizado com o procedimento, como por exemplo um psiquiatra cuidando de um cardíaco grave, que deve prestar o atendimento, sob pena de ser processado por omissão.

5.4. Falta de proteção para evitar a contaminação do médico

O médico não é obrigado a atender com risco de sua própria vida, se houver risco dele ser contaminado com doença infecto contagiosa, e não houver material de proteção a bordo, o que vale inclusive para a atual epidemia do Ebola.

6. Responsabilidade profissional do médico que atende a bordo

O médico, como regra geral, responde pelo serviço prestado de forma inadequada, do qual resulte o agravamento de saúde do paciente, ou pela perda de uma chance de tratamento, como em qualquer atendimento, caso em que pode ser cobrada uma indenização do médico.

Naturalmente, as peculiaridades de cada caso precisam ser consideradas para se aferir a eventual culpa do profissional, como a questão da falta de meios de diagnóstico auxiliares no avião como laboratórios, raios X, tomógrafos, etc. e de materiais e condições para procedimentos cirúrgicos.
O médico também pode estar cansado, ter dificuldades em compreender o idioma do passageiro, dentre outros problemas que podem dificultar o atendimento a bordo, e diferenciá-lo para fins de responsabilização daquele que é prestado em um hospital.

Nestes casos, não se exige que o médico seja um herói, ou aja com perfeição, especialmente se o atendimento é feito em uma especialidade diferente daquela em que o médico costuma atender. A eventual responsabilização do médico que foi forçado, por ser o único a bordo a atender, numa área na qual não tem prática, nem familiaridade com o problema de saúde do paciente deve ser vista com a máxima prudência pelo Judiciário, pois se houver uma responsabilização excessiva do médico, a tendência é de que estes profissionais, para se protegerem, passem a não atender aos chamados, em especial quando não forem familiarizados com emergências.

7. Responsabilidade pelo pagamento de honorários médicos, e pelo atendimento prestado ao paciente

O médico não tem a obrigação de trabalhar gratuitamente, nem as empresas aéreas têm o dever legal de prestar serviços médicos a bordo. Para a companhia, o médico é tratado como um voluntário e as empresas reiteram que não têm qualquer responsabilidade, seja pelo pagamento do médico, seja pelo tratamento oferecido, no que do ponto de vista jurídico têm razão.

A empresa só terá responsabilidade sobre o ocorrido, se o médico decidir que é o caso de interromper o voo para que o paciente seja encaminhado a um hospital e o comandante recusar o pedido, desde que haja um aeroporto disponível para pouso.

Assim, a responsabilidade pelo pagamento dos serviços do médico é sempre do passageiro que sofreu o atendimento e cabe ao médico valorar os seus serviços, e apresentar a cobrança que entende como devida.

Caso o paciente não concorde com o valor, caberá ao médico ajuizar uma ação contra o paciente, e o juiz avaliará o valor correto a ser pago pelos serviços, tendo-se por base os valores cobrados no mercado pelo procedimento.

A empresa aérea não tem qualquer responsabilidade sobre este atendimento, embora muitas tripulações, por cortesia, e quando seja possível, agradeçam o médico que atendeu, com um upgrade para uma classe superior, o que parece ser algo adequado.

8. Empresas aéreas que prestigiam o médico a bordo

Duas empresas prestigiam o médico a bordo, a Lufthansa no seu programa “Doctor on board”, que oferece bônus de milhagem, descontos especiais em passagens, cursos de medicina a bordo a preços reduzidos e seguro contra eventuais processos ocorridos em atendimentos a bordo, salvo no caso de culpa grave. A Turkish Airlines também tem um programa semelhante, o Smiling Doctors.

Certamente você será melhor atendido se tiver uma emergência a bordo de uma destas empresas, pois haverá maior facilidade em localizar o médico, e menor receio deste em atender ao paciente, devido ao seguro contra processos que é oferecido por estas empresas. Fica a sugestão às empresas nacionais para que copiem estes programas e privilegiem os médicos pela sua atuação dentro de seus aviões.

9. Treinamento dos tripulantes

A formação em primeiros socorros faz parte das matérias do curso de comissário de bordo, e todas as empresas consultadas enfatizam que realizam treinos adicionais para casos mais complexos como paradas cardiorrespiratórios.

Além do kit de primeiros socorros, as aeronaves da Azul, da Gol, e de todas as empresas que voam para os Estados Unidos, onde é obrigatório por lei, e grande parte das empresas europeias dispõem de aparelhos conhecidos como DEA (Desfibrilador externo automático), utilizado em casos de vítimas inconscientes em parada cardiorrespiratória. Todos os voos com estes equipamentos têm comissários aptos a operá-los, em caso de necessidade, caso não haja um médico presente.

A TAM dispõe de suporte médico remoto em voos internacionais por meio da MedAire, (medaire.com) empresa internacional de gerenciamento de risco médico em aviação civil, que possui expertise aeronáutica em apoio médico remoto pré e durante voo, e orienta a tripulação e o médico voluntário mediante contato por rádio que é feito entre o médico que atende no avião e um especialista na sede da empresa.

10. Uma proposta de alteração de lei, em favor do passageiro

É natural que frente à judicialização da medicina, ou seja a tendência cada vez maior dos pacientes em questionarem o trabalho dos médicos perante a Justiça, especialmente quando o atendimento resulta em falecimento do paciente, haja receio do médico em atender ao chamado do “médico a bordo”.

Uma das conclusões que faço é a necessidade de que haja um seguro pago pelas empresas aéreas, que se de um lado não têm responsabilidade pelo atendimento a bordo, de outro devem proporcionar um seguro para que o médico que atende não tenha que responder por um processo, salvo no caso de culpa grave.

O medo de ajudar e ser processado é real por parte do médico. Pela minha experiência profissional – sou advogado – o médico que é processado é sempre um perdedor. Além o stress que é decorrente da situação de ser réu numa ação judicial, deve pagar os custos do advogado, do seu assistente técnico, ou seja do médico que irá mostrar do ponto de vista técnico ao juiz se sua atuação foi correta, e dificilmente conseguirá o reembolso destes valores, mesmo quando é declarado pelo juiz que seu atendimento foi o correto e que ele fez o possível.

Assim, acredito que o artigo 281 do Código Brasileiro do Ar, que já estabelece o seguro obrigatório de responsabilidade civil para os passageiros no caso de acidente, deveria ter um item adicional que tornasse obrigatório o seguro da responsabilidade financeira sobre o questionamento do médico ou profissional de saúde que atendesse a bordo, salvo no caso de culpa grave. Trata-se de algo com um custo irrisório, mas com um grande benefício social.

A adoção deste seguro traria maior segurança para que os médicos atendessem e aumentaria a resposta aos chamados. Levo também a sugestão para que nossas empresas adotem programas como o da Lufthansa e da Turkish Airlines, que prestigiam o médico a bordo, realizam este seguro, e garantem o rápido atendimento do passageiro.

E você, achou úteis as informações deste post? Se gostou, compartilhe! E, relate a sua experiência nos comentários. Já teve que ser atendido a bordo, como foi? E os leitores que são médicos poderiam contar como foram suas experiências profissionais?

*Ernesto Lippmann, conhecido como o Pato Econômico, é advogado e autor de vários livros na área do Direito, mas também é especialista em dicas fantásticas para economizar nas viagens mundo a fora.

Táxi em Cochabamba - Bolívia

Um táxi típico de Cochabamba, não existe taxímetro e o preço é combinado de acordo com o percurso. Para ter uma ideia, um trajeto de 4 km para duas pessoas custa 12 bolivianos (menos de 2 dólares) com direito a ouvir a cumbia boliviana de cortar os pulsos.

O Melhor Papel de Parede



Agradecimento

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No ano de dois mil e pouco comecei a fazer uma tatuagem no studio Caverna do Dragão, em Salvador, com um tatuador que para minha felicidade nem lembro o nome, quando o cara começou a fazer a merda resolvi parar e não terminei, pedi o desenho original que estava em uma revista no studio e o filho da p**a escondeu a revista e não me deu. Um dos motivos de ter ficado tanto tempo sem terminar a minha tatuagem foi justamente a falta da imagem original.

Por acaso fiz uma busca na internet e acabei encontrando parte da mesma tatuagem no blog de um studio em São Paulo. Mandei um e-mail para o dono do site pedindo a foto original já imaginando a cara do tatuador mandando eu me lascar. Eu não tinha nada a perder e mandei mesmo assim.

Fui para a escolinha assistir minha aula, voltei, ligo o computador e recebo a resposta do tatuador.

Abro o e-mail esperando o cara tirar a maior onda com minha cara, mas, para minha surpresa, o tatuador Carlos Otávio, dono do blog South Gama Tattoo, educadamente enviou a imagem em menos de 1 hora merecendo todo meu respeito e admiração.

Clique no banner e veja o trabalho do tatuador.

http://southgama.blogspot.com/

Muito obrigado Carlos Otávio, mande para mim, por favor, a localização do South Gama Tattoo para quando eu estiver em São Paulo passar para pagar a cerveja que estou te devendo.

Musica - Far Cry 3

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Para diminuir a ansiedade nada melhor que pegar uma arma e sair dando tiro, né? Por isso instalei Far Cry 3, um jogo fodastico, numa parte do jogo o doido tem que queimar uma plantação de maconha e este é o som do jogo no momento.


Com fone tabajara não presta, coloque um fone bacana, aumente o volume e rompa os tímpanos.

Ah! Veja a próxima postagem CLIQUE AQUI e veja como baixar a música sem instalar nenhum programa.


Complementos para o Firefox

Uso o Firefox como navegador e os complementos que tenho no meu computador e não posso deixar de ter são:



Motivos:

Adblock Plus - Bloquea propagandas, banners e "otras cositas mas" que enchem o saco ao abrir uma página na internet.
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Convert2mp3.net - Este complemento cria um atalho no Youtube direto para a página de conversão do áudio. O que mais me chamou a atenção foi a qualidade do áudio, muito bom.
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Justiça Brasileira Decide:

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Risco iminente de morte obriga médico a fazer transfusão de sangue em testemunha de Jeová, mesmo contra a vontade da família Embora correta, tem gravíssimas consequências potenciais a decisão desta semana da 6.ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que isentou de responsabilidade pela morte em 1993 da menina Juliana Bonfim da Silva, de apenas 13 anos, os pais dela, que alegaram motivos religiosos para se opor à realização de uma transfusão sanguínea salvadora. Para o STJ, a responsabilidade pelo trágico desfecho foi exclusivamente dos médicos.


Os médicos que atenderam Juliana explicaram a gravidade da situação e a necessidade da transfusão sanguínea, mas os pais foram irredutíveis. A mãe chegou a dizer que preferia ter a filha morta a vê-la receber a transfusão. A transfusão não foi feita. Fez-se a sua vontade.

Então, quem é culpado pela morte da menina que poderia ter sido salva mediante a realização da transfusão? Resposta: os médicos, que ao respeitar a vontade dos pais, desrespeitaram o Código de Ética Médica (2009), claríssimo sobre o assunto:

“É vedado ao médico:

“Art. 31. Desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente risco de morte.

“Art. 32. Deixar de usar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente”.

Isso posto, está claro que a decisão do STJ tem menos a ver com a afirmação do direito à liberdade de crença e muito mais a ver com a primazia do direito à vida sobre todos os demais. Assim, a mãe poderia até preferir ter a filha morta a vê-la passando por um processo de transfusão. Mas a Justiça brasileira, não! E o médico também não!

Fonte: Yahoo

Gif - Raio X

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Já precisou tirar um raio x?

O designer Cameron Drake, de São Francisco, Estados Unidos, trabalhou em uma série de gifs animados que deu novo significado às imagens de raio-x.

Veja o resultado abaixo:

01. Raio-x animado: cotovelo


02. Raio-x animado: joelho


03. Raio-x animado: mão e dedos


04. Raio-x animado: ombro


05. Raio-x animado: pé e tornozelo


Abortar O Feto Com Síndrome de Down

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O biólogo britânico Richard Dawkins, um dos principais cientistas do mundo no estudo da evolução das espécies, tornou-se o centro de um caloroso debate sobre o aborto na internet.

"Obviamente, a escolha seria sua. A quem interessar possa, minha escolha seria de abortar o feto com síndrome de Down e, assumindo que você quer ter um bebê, tentaria de novo. Tendo a chance de fazer um aborto cedo ou deliberadamente trazer a criança com Down no mundo, eu acho que a escolha moral e sensata seria abortar. E, de fato, isso é o que a grande maioria das mulheres, nos Estados Unidos e especialmente na Europa, fazem. Eu pessoalmente iria além e diria que, se sua moral é baseada, como a minha é, no desejo de aumentar a soma de felicidade e reduzir o sofrimento, a decisão de deliberadamente dar à luz o bebê com Down, quando você tem a chance de abortar no começo da gravidez, pode realmente ser imoral do ponto de vista do próprio bem estar da criança. Concordo que essa opinião pessoal é controversa e precisa ser mais discutida, possivelmente para ser afastada. Em todo caso, você provavelmente estaria condenando a si mesmo como mãe (ou como um casal) a uma vida de cuidar de um adulto com necessidades de criança. Seu filho vai provavelmente ter uma expectativa de vida curta, mas, se ele viver mais que você, você provavelmente vai ter que se preocupar com quem irá cuidar dele depois que você se for. Não me admira que a maioria das pessoas escolha aborto quando têm essa opção. Dito isso, a escolha seria inteiramente sua e eu nunca sonharia em tentar impor minha visão em você ou em qualquer outra pessoa."

Apesar do pedido de desculpas pelo "frenesi" criado no feed da sua conta do Twitter, ele acrescentou: "a maioria dos casais optam por aborto e a maioria dos médicos recomenda isso".

Trissomia do cromossoma 21 ou Síndrome de Down

40% das crianças com Síndrome de Down nascem com algum tipo de cardiopatia congênita, sendo a principal causa de morte das crianças com este síndrome;

Alteração no sistema gástrico e digestivo;

A obstipação é mais frequente devido à hipotonia da musculatura intestinal;

A expectativa de vida era, em 1947, entre 12 e 15 anos, em 1989, subiu para 50 anos.

Fonte: G1

Nó no Cérebro

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Pare! Puliça!

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É engraçado, mas o que faz uma pessoa fazer isso?

Descida Mode Hard

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Sentença do Juiz do TJ/SE

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Juiz nega dano moral a aluno que teve celular tomado em sala de aula.

"Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país."

Terça-feira, 3 de junho de 2014.

"O professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe."

As palavras acima são do juiz de Direito Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª vara Cível e Criminal de Tobias Barreto/SE, ao julgar improcedente a ação de aluno em face de professor que tomou seu celular em sala de aula.

De acordo com os autos, o docente retirou o aparelho do aluno, que ouvia música com fones de ouvido durante sua aula. O menor, representado por sua mãe, ajuizou ação para pleitear dano moral, para reparar seu "sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional".

Ao analisar o caso, o juiz Eliezer solidarizou-se com a situação dos professores.

"Ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma".

Afirmou, então, que o aluno descumpriu norma do Conselho Municipal de Educação, que veda a utilização de celular durante o horário de aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor.

Para o magistrado, não houve abalo moral, uma vez que o aluno não utiliza o aparelho para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade.

"Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os "realitys shows", a ostentação, o "bullying" intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira."

Por fim, o juiz prestou uma homenagens aos docentes.

"No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu "múnus" com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor."


"O mundo está ao contrário e ninguém reparou!"

Uma mãe dessa devia perder a guarda e incriminada por apologia ao crime por antecipação, que tipo de cidadão este "responsável" está criando...

Fonte - www.nenoticias.com.br/
Processo:201385001520 - Clique AQUI

Tatuagens

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É a preocupação de muita gente antes de fazer uma tatuagem: Quando eu estiver com mais idade, o que será que acontecerá?

Particularmente, acho muito massa!

Quando vejo um senhor ou uma senhora tatuada sempre imagino uma pessoa normal, alguém que tem ou teve uma profissão, um pai ou mãe, avô ou avó, além disso, um pessoa de mente aberta para novas ideias, com pensamento para frente e sem preconceitos. Sei que para ser assim não é necessário ter tatuagens, conheço pessoas com as mesmas qualidades sem nenhum risco na pele, mas é o preconceito que tenho.















Fonte das imagens: UOL.com.br

Rhythmbox Travando

Resolvi atualizar o Ubuntu 12.10 para o 13.04 e o Rhythmbox começou a dar pau, coisa que não acontecia com o 12.10. O swap normal, as opções de energia verificadas e nenhuma opção de hibernar estava ativa, fui para a net buscar informações para tentar resolver o problema já que ficar com o Rhythmbox travando ao trocar a música não estava me agradando nada. Resultado drástico da brincadeira, fiz uma instalação limpa do 14.04 e o programa voltou a funcionar como antes.

Gabriel o Pensador - Lavagem Cerebral

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Por Que os Médicos Chamam Tudo de Virose?

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Para o professor emérito da Faculdade de Medicina da USP, Vicente Amato Neto, a palavra está desmoralizada. “Abusa-se do termo ‘virose’. Existem muitos recursos que permitem a médicos e paramédicos fazerem diagnósticos melhores”, diz. “Virose” realmente não é muito preciso: identifica todas as doenças infecciosas causadas por vírus, uma carapuça que serve a problemas tão diversos quanto diarréia, febre, dores musculares, coriza, otite, amidalite e, ao pé da letra, até aids.


Em defesa dos médicos, muitas vezes os vírus só podem ser identificados após uma investigação profunda e desnecessária. “Na maioria dos casos de virose, não vale a pena pedir uma bateria de exames. O resultado vai sair quando o paciente já estiver curado”, afirma a médica-assistente da Divisão de Moléstias Infecciosas do Hospital das Clínicas de São Paulo, Maria Claudia Stockler. Assim, quando um paciente chega ao consultório com sintomas leves e não há ameaça de epidemia, costuma-se recorrer ao veredicto superficial, mas eficiente.

Para complicar mais o diagnóstico, o mesmo vírus pode provocar sintomas diferentes. Ou seja, a sua conjuntivite pode provocar o resfriado alheio porque são causados pelo mesmo sujeito, o adenovírus.

Outro motivo que contribui para a onipresença da virose é que não faltam oportunidades para pegar uma. Ambientes fechados favorecem o contágio, assim como copos, teclados e alimentos podem passar adiante aquela gripe esperta.

Texto escrito por Michele Silva da Superinteressante.

Fábricação de Relógios

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Empresa alemã mostra como se fabrica arte.


Talvez justifique o preço.

Relação de Provas

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Confesso que a busca para as provas não está fácil, a limitação das ferramentas do blogger, preguiça tempo e "otras cositas mas" não estão contribuindo para melhorar. Para diminuir o problema resolvi fazer esta lista com o nome e o link de cada prova.

Primeiro Semestre:

Avaliação de Anatomia I - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Anatomia I - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Anatomia I - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Biologia de Sistemas - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Citologia y Genética - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Citologia y Genética - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Citologia y Genética - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Soporte Básico de Vida - 2ª Parcial - Clique AQUI

Segundo Semestre:

Avaliação de Anatomia II - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Anatomia II - Final - Clique AQUI

Avaliação de Embriologia - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Embriologia - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Embriologia - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Embriologia - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Introdução a Bioquímica - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Introdução a Bioquímica - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Biofísica - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Biofísica - 2ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Histologia - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Histologia - 2ª Parcial - Clique AQUI

Terceiro Semestre:

Avaliação de Fundamentos da Psicologia - 1ª Parcial - Clique AQUI

Avaliação de Fisiologia - 2ª Parcial - Clique AQUI

Quarto Semestre:

Avaliação de Bacteriologia -  1ª Parcial - Clique AQUI
Avaliação de Bacteriologia -  2ª Parcial - Clique AQUI

Cada publicação de uma nova prova atualizarei esta lista.

Avaliação de Bacteriologia

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Avaliação de Bacteriologia da UPAL - Segunda Parcial do Quarto Semestre

01 – La fiebre tifoidea es causada por Salmonella tiphy, cuyo tratamiento de primera elección es:
a) Ciprofloxacina
b) Clorafenicol
c) Cotrimoxazol
d) Colescistectomia
e) A, B y C
f) Todos

02 – Cuadros clínicos producidos por el Clostridium butolinum en el hombre:
a) Gangrena gaseosa
b) Sisfalgia
c) Trysmus
d) Diplopia
e) B y D
f) A y C

03 – El síndrome de Liehl es causada por el Staphylococcus aureis, cuya toxina responsable es:
a) Enterotoxina
b) Exfoliatina
c) Hemolisina
d) Fibrinolisina
e) Leucocidina

04 – Tratamiento de la neumonia bacteriana causada por el neumococos en niños:
a) Eritromicina
b) PNC procaínica
c) PNC sódica
d) PNC benzantínica
e) A y C
f) B, C y D

05 – Tratamiento de forunculosis y panadizo causado por el Staphylococcus aureus:
a) Oxacilina
b) Dicloxacilina
c) Ceftriaxona
d) A y B
e) A y C
f) Todos

Pesquisas - Circuncisão e Depilação

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Algumas pesquisas fazem questão de generalizar, junto com a falta de informação da população se transforma em um prato cheio bobagens que algumas pessoas tomam como regra, devemos analizar todo o contexo para tirar uma conclusão, primeiro li sobre uma matéria que algumas pessoas estavam compartinhando na internet sobre a pesquisa da 'depilação à brasileira' em relação a saúde feminina, até queria comentar, só que acabo escrevendo demais para me fazer entender e ia tomar meu tempo de estudo. Agora, outro texto que diz, "Circuncisão: benefícios superam os riscos, garantem cientistas".

Circuncisão

A pesquisa, publicada pela Mayo Clinic Proceedings, revelou que enquanto o número de homens americanos circuncidados cresceu, a taxa de bebês operados caiu. A taxa se mantinha inalterada desde os anos 1960.

Segundo o site - não li a matéria original - afirma que a circuncisão faz cair os riscos de infecção urinária, câncer de próstata, doenças sexualmente transmissíveis e, em mulheres, câncer cervical. Diversos trabalhos anteriores, incluindo dois experimentos clínicos randômicos, revelaram a ausência de qualquer efeito colateral da circuncisão no desempenho sexual ou prazer.

Matéria do yahoo - Clique aqui

Depilação à Brasileira

Um pequeno estudo feito na França relacionou o aumento do número de uma infecção viral da pele no país à crescente popularidade de depilações pubianas — entre elas, a chamada 'depilação à brasileira', que remove a maior parte dos pelos da região. As conclusões do trabalho foram publicadas nesta segunda-feira no periódico Sexually Transmitted Infections, que faz parte grupo British Medical Journal (BMJ).

Matéria da revista Abril - Clique aqui

As pesquisas não informam o estilo de vida e hábitos dos pesquisados, estas informações seriam úteis para saber se você se encaixa ou não nos problemas sugeridos pelas pesquisas, quer um exemplo?

Outra pesquisa foi feita e publicada no jornal britânico Daily Mail afirma que somente 1 em cada 29 pessoas na França toma apenas um banho por semana.

Matéria do Terra - Clique aqui


Conclusão, se você, mulher brasileira, também só toma 1 banho por semana não faça "depilação à brasileira" pois vai ter uma grande chance de ter algum tipo de infecção e se tiver um filho com este hábito, faça a circuncisão no pinto do coitado, pois certamente ele também terá problemas.

Soldiers of Jah Army - True Love

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Quase 3 anos sem colocar o pé em uma prancha e paro para ver o clip só para ficar deprimido, me odeio.

Avaliação de Bacteriologia

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Avaliação de Bacteriologia da UPAL - Primeira Parcial do Quarto Semestre.

1 - Factores de virulencia, resistencia y patogenicidad que le confieren a la célula bacteriana:
a) Fimbrias sexuales
b) Cápsula
c) Plásmidos
d) Flagelos
e) A y D
f) B y C
g) Todas

2 - Glucopéptidos que destruyen la pared celular bacteriana cuyo proceso es irreversible:
a) Penicilina
b) Eritromicina
c) Vancomicina
d) Ceftriaxona
e) Polimixina B

3 - Mycobacterium tuberculosis resiste a la decloración del alcohol ácido en la pared celular por:
a) Lipoproteinas
b) Ácido manurónico
c) Ácidos Micólicos
d) Ácidos teicoicos
e) Peptidoglucano

4 - Toxidad selectiva del ATB (antibiótico) es cuando son activos a concentraciones:
a) Elevadas
b) Medianas
c) Pequeñas
d) Todas
e) Ninguna

5 - Estructura de importantes antígenos de superficie bacteriana donde se asientan los bacteriófagos:
a) Pared celular
b) Membrana externa
c) Cápsula
d) Ácido teicoico
e) A y E

480 Litros de Sangue

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E pensar que tudo acontece graças a um gesto simples. James Harrison é um australiano de 74 anos, que inscreveu seu nome no Guinness Book por ter doado 480 litros de sangue (e atenção que isto foi em 2003). Mas Harrison não é um doador qualquer: ele tem um tipo de sangue tão raro que, graças a essas doações, salvou a vida de mais de 2 milhões de crianças.



Sem surpresa, ele é conhecido como “o homem do braço de ouro”. De fato, seu braço vale bem mais do que ouro, vale a vida de crianças. Por que? Porque o sangue de Harrison é aplicado na criação de uma vacina administrada a mães ou recém-nascidos para prevenir a doença de Rhesus – que acontece quando o sangue da mãe é Rh-e e o do bebê é Rh+. O sangue de Harrison produz um anticorpo que permitiu aos cientistas criar essa vacina anti-D, como é conhecida.


A importância deste senhor na vida das crianças, inclusive do próprio neto, que também ajudou a salvar, fez com que lhe fosse oferecido um seguro de vida no valor de um milhão de dólares australianos, cerca de R$ 1,8 milhão. O mais curioso é que o próprio senhor foi ajudado, quando tinha 14 anos e foi submetido a uma cirurgia no peito, à qual só sobreviveu graças à doação e transfusão de 13 litros de sangue. Estima-se que tenha sido por isso que ele desenvolveu esses anticorpos tão importantes para estes 2,2 milhões de crianças.

Nem todos podemos ter um sangue tão bom e raro quanto o deste senhor de 74 anos, mas fica a dica: um pequeno gesto seu pode mesmo salvar a vida de outras pessoas.

Fonte: hypeness

Aos Estudantes de Medicina – Por Drauzio Varella

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Na coluna de hoje vou resumir-lhes as lições mais importantes que aprendi em quarenta anos de atividade clínica.

Na verdade, a ideia de reuni-las surgiu semanas atrás quando o diretor Wolf Maia me convidou para fazer uma pequena palestra para atrizes e atores que interpretavam papéis de estudantes de medicina numa cena da novela das nove. “Haverá uma classe com alunos e nenhuma dramaturgia, diga o que quiser”, propôs ele.

Hesitei diante do convite inusitado, mas no fim achei que seria boa oportunidade para dizer aos alunos:

1) Tenham sempre em mente que encontrarão mais dificuldade para receber os cuidados de vocês justamente as pessoas que mais necessitarão deles.

O médico deve lutar por condições dignas de trabalho e por remuneração condizente com as exigências do exercício profissional, mas sem esquecer de cobrar da sociedade o acesso universal dos brasileiros ao sistema de saúde.

2) É fundamental ouvir as queixas dos doentes. Sem ouvi-las com atenção, como descobrir o mal que os aflige?

Embora as características do atendimento em ambulatórios, hospitais e unidades de saúde criem restrições de tempo, cabe a nós exigirmos para cada consulta a duração mínima que nos permita recolher as informações imprescindíveis. Com a prática vocês verão que ficará mais fácil, porque aprenderão a orientar o interrogatório, especialmente no caso de pessoas prolixas e pouco objetivas. O desconhecimento da história e da evolução da enfermidade é causa de erros graves.

3) Medicina se faz com as mãos. Os exames laboratoriais e as imagens radiológicas ajudam bastante, mas não substituem o exame físico. Esse ensinamento dos tempos de Hipócrates deve ser repetido à exaustão, porque a tendência do ensino nas faculdades tem sido a ênfase nos exames subsidiários em prejuízo da palpação, da ausculta e da observação atenta aos sinais que o corpo emite.

Como consequência, cada vez são mais frequentes as queixas de que o médico pediu e analisou os exames e preencheu a prescrição sem chegar perto do doente. Não culpem a falta de tempo nem tenham preguiça, em cinco minutos é possível fazer um exame físico razoável.

Tocar o corpo do outro faz parte dos fundamentos de nossa profissão.

4) Procurem colocar-se na pele da pessoa enferma. Quanto mais empatia houver, mais fácil será compreender suas angústias, seus desejos e seu modo de encarar a vida. Não cabe ao médico fazer julgamentos morais, impor soluções nem decidir por ela, mas orientá-la para encontrar o caminho que mais atenda suas necessidades.

5) Medicina é profissão para quem gosta muito. Exige do estudante bem mais do que as outras: são seis anos de graduação, dos quais os dois últimos dedicados ao internato, que não por acaso recebeu esse nome. Depois vem a residência, com três, quatro e até cinco anos de duração. O dia inteiro nos hospitais públicos, os plantões de vinte e quatro horas, as jornadas intermináveis.

É a única profissão que obriga o trabalhador a cumprir horários que a abolição da escravatura eliminou. Por exemplo, trabalhar o dia inteiro, entrar no plantão noturno e emendar o expediente do dia seguinte; trinta e seis horas sem dormir. Existe outra categoria de profissionais em que essa prática desumana faça parte da rotina?

Se o exercício da medicina já é árduo para os apaixonados por ela, é possível que se torne insuportável para os demais. Se vocês escolheram segui-la apenas em busca de reconhecimento social ou recompensa financeira, estão no caminho errado, existem opções menos sacrificadas e bem mais vantajosas.

6) Medicina é para quem pretende estudar a vida inteira. É para gente curiosa que tem fascínio pelo funcionamento corpo humano e quer aprender como ele reage nas diversas circunstâncias que se apresentam.

O médico que não estuda é mais do que irresponsável, coloca em risco a vida alheia.

7) Finalmente, para que foi criada a medicina? Qual a função desse ofício que resiste à passagem dos séculos?

Embora a arte de curar encante os jovens e encha de prazer os mais experientes, não é esse o papel mais importante do médico. É interminável a lista de doenças que não sabemos curar.

A finalidade primordial de nossa profissão é aliviar o sofrimento humano.

Fonte: drauziovarella.com.br/

MMA África

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Melhor método de reanimação de atleta depois de um K.O. (knockout).

Exame do Cremesp - Reprovação de Até 71%

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Luna Filho ressaltou que o Exame do Cremesp avalia o conhecimento cognitivo e isso é extremamente complexo. Segundo ele, no mundo inteiro se discute a melhor maneira de avaliar os egressos de Medicina, e a conclusão a que se chega é que a prova de múltipla escolha ainda é a melhor opção.

Maioria das questões teve índice fácil e médio

De acordo com os resultados da 9ª edição, o índice de facilidade do Exame do Cremesp foi avaliado como “fácil” para 33% das questões e “médio” para 37,5% delas. O índice de discriminação foi classificado como “muito bom” para 41,1% das perguntas e “bom” para 32,1%.

No Exame do Cremesp de 2013, entre os participantes das escolas paulistas, a reprovação foi maior entre os egressos de instituições de ensino privadas: 71,0% foram reprovados. Já entre os participantes formados em escolas médicas públicas, 33,9% foram reprovados.

E o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D'Ávila, disse que parte da prova do REVALIDA foi aplicada aos estudantes brasileiros e que o índice de aprovação foi maior que 70%. A questão é: Quem é está se fazendo de besta, quem informou ou o senhor presidente que acreditou?

Pule para 2:50 do vídeo e veja a piada.

Leia a matéria na íntegra: CREMESP

Está tudo errado, o país tem o dever de assegurar a saúde da população e fazer SIM uma avaliação criteriosa com os profissionais de outros países que pretendem trabalhar no Brasil da mesma forma que deve fazer com os recém formados antes de atender a população.

Notícias em 3D

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Para Mim Terminar - Jornal Nacional

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Já comentei algumas vezes neste blog sobre os assassinatos gramaticais cometidos por estudantes de ensino superior, alguns justificam dizendo que não estão estudando para serem professores da língua portuguesa - perdoe Pai, eles não sabem o que dizem.

A vergonha por ter dito "mim terminar" no Jornal Nacional já seria o suficiente já que nem todo mundo prestou atenção na pedrada, só que para o azar da estudante universitária, Alexandre Garcia surge comentando o descredenciamento da Gama Filho e da UniverCidade no Bom Dia Brasil e delicadamente fala do "mim terminar".

Link do vídeo do Jornal Nacional com o "mim terminar" - Clique AQUI
Link do vídeo do Bom Dia Brasil e o comentário de Alexandre Garcia - Clique AQUI

Eu morri de vergonha por ela e pelos colegas desta estudante, é que a maioria das pessoas julgam o nível de competência de uma turma de um curso pelo estudante menos preparado, eu, estudante de medicina na Bolívia, sei muito bem o que é ser nivelado por baixo.

Mim é brasileiro
Mim gosta banana
Mas mim também quer votar
Mim também quer ser bacana

Mim gosta tanto tocar
Mim é batuquero
Mas mim precisa ganhar
Mim gosta ganhar dinhero;


 Aproveitar e mais uma vez dizer: Também erro, faço de tudo para não errar, mas erro. Caso encontre um erro gramatical, me ajude, me avise, ok? Isso fica entre eu e você ou isso fica entre mim e você? Clique AQUI e tire a dúvida.


Inutilidade Pública

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É uma merda, mas é engraçado.


Como Saber se Ele é Gay pelo Facebook.

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Dois pesquisadores (que não tinham nada de útil para fazer) do MIT (Massachusetts Institute of Technology) inventaram um Gaydar baseado nas informações disponíveis no Facebook. Descobriram que é possível determinar com rigor estatístico se alguém é gay com base nos dados usualmente compartilhados pelo site. Segundo a pesquisa, se a pessoa tem mais de 4,5% de amigos gays, esse é um indício praticamente conclusivo da sua orientação sexual (a pesquisa só vale para homossexuais masculinos).

Rapaz... Acho que sou gay e não sabia, kkkkk, se contar com os incubados, fudeu!!!

Por falar em arco-írirs colorido.


Lembra da brincadeira das frases no facebook?

01. Tive 42 casos românticos.
02. Acho que estou apaixonada(o) o que devo fazer?
03. Alguém me propôs de ganhar dinheiro me prostituindo, tô refletindo.
04. Decidi que não usarei mais lingerie/cueca.
05. Ainda estou apaixonada(o) pelo (a) meu/minha ex.
06. Decidi virar gay/lésbica.
07. Estou gravida.
08. Eu quero outro bebê.
09. Um rato acabou de passar no meu pé.
10. Decidi adotar um macaco.
11. Meu/minha namorada(o) arrumou um novo trabalho, vamos morar na China.

Se não lembra ou não sabe da brincadeira - Clique AQUI

Então, uma pessoa amiga não assumida caiu e participou da brincadeira com a frase: Decidi virar gay/lésbica.

No mínimo nojento, repugnante, vergonhoso, os comentários que esta pessoa recebeu de seus parentes, "seus pais não merecem isso", "tio fulano vai ficar arrasado", foram uns 4 comentários com este mesmo teor, quando a pessoa foi na "brincadeira" assumir, ser livre, sair do armário, vem um rebanho de FDP e empurra o(a) coitado(a) para dentro do armário de novo, ô coithado(a). Ah, a postagem foi excluída.

Fonte: Revista Trip

Natiruts - Meu Reggae é Roots

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